domingo, 3 de abril de 2011

Pai que é pai, no parto também sente dor!

Na maternidade, com nosso filho: orgulho e carinho!


Encontrar um pai para o filho que se deseja ter é uma tarefa difícil. Nem sempre o bom namorado tem vontade de ter uma família. No reino animal, a fêmea busca homens fortes e saudáveis para ter com ele seus filhotes. O mesmo acontece com as mulheres, que sensivelmente, observa como seu parceiro trata as crianças dos outros, para com ele ter seus próprios filhos. Quando conheci o Humberto, tive a certeza de que seria um ótimo pai, pelo carinho que ele tinha com os sobrinhos. E eu estava certa. Ele foi o primeiro a trocar a fralda do Eduardo após o nascimento. E sofreu comigo na sala de cirurgia para trazer nosso filho ao mundo.
Hoje, tudo o que o Edu pede, o Humberto faz. Mas, também, consegue ser rigoroso, quando percebe as manhas e pirraças do nosso pequeno. E juntos, errando e acertando, vamos criando nosso neném, que nasceu a cara do pai e hoje se parece mais comigo. Amar um homem e admirá-lo pelo carinho com o filho é muito gratificante. Mesmo quando estamos brigados, não usamos o Eduardo para provocar o outro. Sabemos separar nossa relação de marido e mulher com a de pai e mãe. Outra estratégia que usamos, é jamais falar alto na frente dele, para que não se assuste e tome raiva de um de nós dois.
Ter um filho é uma realização! Por isso, não consigo imaginar uma gravidez com segundas intenções (para agradar o parceiro, para conseguir pensão alimentícia, etc). Ter uma criança é muita responsabilidade, requer cuidados e muito carinho. Reconhecer um bom pai no homem que se quer, requer minuciosidade, observação de detalhes que fazem a diferença. Ter filhos qualquer pessoa pode ter, mas amá-los, é outra história. Parabéns ao meu marido e à mim, que soube escolhê-lo para ser o pai do filho que eu sempre quis ter!!!

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