quarta-feira, 6 de abril de 2011

Companheiros que matam, Mulheres que aceitam migalhas!



No mundo inteiro, milhares de mulheres são assassinadas todos os dias, sem que as autoridades policiais dêem conta de evitar tantas mortes. Essas mulheres são vítimas, principalmente, de seus companheiros que, covardemente, as atacam sem que possam se defender. Por amor ou dependência financeira, elas se sujeitam à violência física e humilhações. As leis para punir os agressores também continuam brandas, e as penalidades chegam a ser ridículas, como prestação de serviços à comunidade ou pagamento de cestas básicas, ou seja, a violência acaba gerando um benefício para entidades assistenciais, que lucram com as barbaridades.
Um homem quando ataca uma mulher indefesa já não teme a sociedade, a Justiça, a polícia, a própria família ou a da vítima. Ele tem como objetivo acabar com a vida de quem ama - ou odeia - e não respeita nem o lugar nem o horário. Na verdade, ele é uma pessoa que não aceita respostas negativas, que cresceu tendo as vontades realizadas pelos próprios pais, que tem dificuldade em lidar com as frustrações. Desta forma, não admite e não aceita que uma mulher não queira ficar com ele.
É preciso, então, que a mulher se faça respeitar. Tentar mudar um homem que agride é utopia. Aceitar um homem que só é carinhoso quando faz sexo, é desejar muito pouco para si mesma. Viver de migalhas é inaceitável, é desmerecer-se, desvalorizar-se. E o respeito começa internamente. Assim como se faz com uma criança, a mulher deve colocar seus limites para o homem com quem divide a mesma casa. Se ao menor sinal ele for violento, é melhor largar tudo e fugir. Esperar por providências oficiais, é arriscar muito, é esperar uma tragédia!

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