domingo, 18 de junho de 2017

Feliz Aniversário, ex-marido!

Meu ex-marido faz aniversário hoje e eu não poderia deixar de homenagear o homem que foi tão importante na minha vida nos útlimos 12 anos. Fui apresentada ao Humberto, num inverno de 2004, por colegas de faculdade da minha irmã, e não me interessei por ele, inicialmente. Muito magro e sorridente, me pareceu um menino que só queria curtir a vida adoidado, enquanto eu buscava um cara que me levasse ao altar e me desse filhos. Meu relógio biológico já estava gritando e não era o momento de perder tempo com romances desinteressantes. Chegamos a dançar juntos no barzinho, mas o abandonei na pista de dança e só permiti que lhe dessem o número do meu celular, quatro meses depois, após muita insistência dele.
Nascimento do nosso filho
Saímos sozinhos, pela primeira vez, em setembro daquele ano, num domingo à tarde. Fomos a um barzinho e lá aconteceu o nosso primeiro beijo,  e dois anos depois nos casamos na igreja. Em nossa casa, éramos também um grude, mas faltava diálogo. Sou muito falastrona, ao contrário do Humberto, que é capaz de passar o dia todo em silêncio. Não tardou muito para as brigas começarem. Mas, na cama nos entendíamos muito bem e engravidei três anos depois do nosso único filho, Eduardo, que hoje está com sete anos. 
Nosso casamento em 2006
Depois do nascimento do Edu, nossas brigas aumentaram, assim como as viagens do Humberto. Eu cobrava suas ausências e ele se justificava com o trabalho. Me sentindo sozinha, comecei a imaginar que ele me trocara por outra mulher e passei a exigir sua presença, numa chatice sem fim. Nunca tinha sido ciumenta e experimentava esse sentimento humilhante pela primeira vez. Irritado, ele se afastava cada vez mais. Como não havia conversa, não aguentei mais a solidão e pedi o divórcio. Humberto não foi à audiência, acreditando que o juiz não daria a sentença, mas liguei para ele, do ônibus, avisando que a partir de então ele estava livre para curtir a vida. Ele me respondeu que em casa conversaríamos.
Batizado do Eduardo
Ao chegar, à noite, Humberto disse que desta vez fui eu quem precipitou, que me amava e que o silêncio faz parte de sua personalidade. Arrependida, chorei muito e ele também caiu em lágrimas. Namoramos mais uma vez e tentamos novamente aquele casamento, já separado judicialmente, mas ainda presente em nossos corpos. Não deu certo. Três meses depois saí de casa com o meu filho, para um apartamento alugado, e um vazio enorme no peito. O Humberto foi um cara que entrou na minha vida para mexer com tudo. Nestes extremos, tenho mais a agradecer do que reclamar. Feliz Aniversário, meu ex-marido! Obrigada por ser um homem tão cheio de qualidades e um pai extremoso. Sinto muito que tudo tenha terminado desta maneira. Peço perdão por tê-lo feito sofrer e te perdoo também. Tenho gratidão enorme por ter me permitido ser mãe e por ter sido sua esposa. Que sua felicidade seja plena e todos os seus sonhos realizados. Um beijo meu e do Eduardo!

Carla Vilaça
18/06/2017.











quarta-feira, 14 de junho de 2017

Sozinha, mas tranquila!

Na última segunda-feira, 12 de junho, foi o Dia dos Namorados, e como estou sozinha há um ano, não tive o que comemorar, nem à quem agradar, mas achei que merecia um presente e hoje me fiz um agrado numa livraria, comprando cinco livros de uma vez. Como leio muito rápido, eu os devoro em pouco tempo e daí a quantidade. Mas, deixando a desculpa de lado, sou exagerada mesmo. Tudo meu é muito, é grande, é excêntrico. Meu pai diz que sou uma pessoa de atacados e nunca fico satisfeita com apenas um objeto, quando vou às compras. E esse exagero, logicamente, não se dá apenas no plano econômico. A quantidade faz parte do meu comportamento e norteia a minha vida, infelizmente, na maioria das vezes, de forma negativa. No entanto, não há como mudar porque me acostumei como sou e me gosto assim. Não exijo que me amem, mas primo pelo respeito em qualquer relação e nesse amor comigo, me dou ao direito de fazer as minhas vontades em datas especiais, quando não há ninguém para me fazer um mimo. 
Antes que me julguem pela minha separação, aviso que estou melhor hoje do que antes, apesar da solidão. Eu me basto em preocupações de mãe e de dona-de-casa-com muitas-tarefas-para-fazer, esbarro na falta de tempo e me iludo acreditando que são estas as justificativas para não buscar um novo companheiro. Mas, a verdade é que odeio sair para baladas e não sei mais paquerar. Quanto a colocar outro homem na minha casa é uma situação que não cogito porque tenho filho pequeno e não acho correto tirar a nossa liberdade com intrusos. Se um dia eu me apaixonar novamente, será da porta para fora.
Sozinha, mas feliz

A solteirice, situação em que me encontro, não é apenas um capricho, mas uma necessidade de encontrar a felicidade, sem um homem ao meu lado. Divorciada, já não tenho preocupação com romantismos e sim com os afazeres e contas à pagar. Não me culpo pelo rumo que tomou a minha vida. Simplesmente acredito que ela segue um ritmo próprio, independente das nossas vontades. O destino é uma música que toca sozinha, em tons que ela mesma escolhe e que nem sempre nos agrada. Fui muito feliz no início do meu casamento, mas dez anos depois a relação estava péssima e não sou de arrastar relacionamentos, se eles não estão mais interessantes para mim. Casamento é ótimo quando se dividem as obrigações e prazeres. Quando é satisfatório apenas para um dos lados, vira uma relação desagradável.
Para minhas amigas casadas, infelizes com seus maridos, fui corajosa pedindo o divórcio e abandonando meu marido no apartamento onde morávamos. Porém, não vejo assim. Percebo a situação como uma liberdade, não desejada, mas imprescindível para o meu bem-estar. Eu estava há doze anos com meu ex-marido, entre casamento, namoro e noivado e a relação havia se desgastado com a rotina e os problemas diários. Eu percebia nele uma falta de paciência comigo, um estresse fulminante e uma exigência exagerada com a limpeza da casa, num mandonismo sem limites. Contudo, ninguém manda em mim. Não sou submissa a homem algum desta Terra. É a minha personalidade. Tenho a alma solta como um pássaro de asas longas e ao menor sinal de prisão, faço voos rasantes em direção ao arco-íris e dali só saio ao avistar um porto seguro.
Quando eu era adolescente minha mãe ficava muito nervosa com a minha rebeldia. Eu era diferente das minhas irmãs, difícil de ser domada e respondia à altura suas imposições. Com personalidade forte, eu embirrava e fazia o que acreditava ser o correto. Levei muita surra, ouvi muito sermão e hoje sou admirada pela maneira de ser, pela firmeza com as minhas decisões e com os meus discursos de mulher liberada, que sabe o que diz e o que faz. Sirvo de exemplo para muitas pessoas e vivo dando conselhos em relação à felicidade sem um homem ao lado (como se eu soubesse realmente ser felicíssima sozinha).
Mas a verdade é que adoro uma paixão e esse é o meu calcanhar de Aquiles. Me desdobro por amor e acredito ainda em príncipes encantados, daqueles românticos, que tiram a princesa da pobreza e a leva para seu castelo. Isso também está em mim, não há como tirar. Tenho plena consciência desta fantasia, mas não a desconstruo, por incapacidade mental. Evidentemente que esse ser maravilhoso, contrário a todos os estereótipos do machista, jamais existirá, mas em meu subconsciente ele está mais vivo do que nunca. Eu não o aguardo como uma Cinderela a caminho da realidade, ao sair do baile em que dançou a noite toda com vossa majestade. Eu encaro este príncipe como o ser mais simples do mundo: um homem sensível, que encontre em mim qualidades que eu mesma não enxergo. Não precisa ser lindo, sarado, nem rico, ou acadêmico. Não exijo isso. Desejo apenas ser admirada, exaltada e amada. Ainda não encontrei essa pessoa, mas não estou à procura. Se não for para ser ótimo, que seja do jeito que está. Estou tranquila com a minha vida. Talvez como nunca estive nestes últimos 12 anos.


Beijos,




quinta-feira, 25 de maio de 2017

Ele é tudo e um pouco mais!

Na adolescência fui apaixonada por um professor, cuja história já contei aqui (http://olharfeminista.blogspot.com.br/search?q=um+amor+de+professor) e relato, agora, o nosso encontro, no início da semana, depois de três décadas.  Nossos destinos jamais se cruzariam, não fosse a tecnologia. Ao encontrar seu perfil num site de relacionamentos, enviei-lhe uma mensagem, mas a resposta custou a chegar e não acreditei quando me convidou para sair.  Pontual, cheguei ao restaurante de um hotel, escolhido por ele, às oito da noite, mas fui avisada de que se atrasaria por causa do trabalho. Tímida (sou assim em locais estranhos), me sentei no fundo e para passar o tempo, me distraí com o celular. Ao chegar, ele me tocou de leve, sorriu e me deu um selinho, como se não houvesse longa distância física durante tanto tempo.
Já sentados, um de frente para o outro, ele me pediu desculpas pela demora e perguntou se eu o aguardava por muito tempo. Respondi, fazendo graça, que o esperava há 30 anos! Então, contei-lhe sobre minha paixão e ouvi suas desculpas pela falta de conhecimento desta admiração antiga. Gentil, elogiou o meu blog e o que escrevi sobre ele, e me fez perguntas a respeito do site. Contamos um pouco sobre nossas vidas e falamos do passado e do presente. Era tão surreal aquele momento, que eu tinha a certeza de que seria acordada no melhor momento do sonho, como tantas vezes aconteceu.
Depois de muita conversa, subimos para o quarto e ali me entreguei àquele homem, como se fosse minha primeira transa na vida. Todos os sentimentos guardados foram ali despidos, literalmente. Um amor que ultrapassou barreiras, resistindo a todos os outros relacionamentos que tive até hoje. Sem frescuras, com total permissão, fomos um do outro, num carinho só conhecido por casais apaixonados. Até que ele dormiu e fiquei sem sono. Rolando na cama, de um lado para o outro, pensei no meu filho, que estava na casa de uma irmã e pensei em buscá-lo. Sem pensar muito, peguei minha bolsa e avisei que iria embora. Ele tentou me impedir, lembrando que o trato era dormirmos juntos até a manhã seguinte, mas não sou de voltar atrás e segui meu caminho.
Já em casa, recebi suas mensagens de preocupação. Queria saber se cheguei bem e porque saí daquela forma, sem maiores explicações. Me desculpei e ele, novamente muito educado, disse que não guardou mágoa e que fiquei lhe devendo outra noite, mais completa do que aquela. Depois de um leite quente e muita leitura, consegui dormir por alguns minutos, até que o despertador tocou. Sem acreditar em tudo o que havia passado, me levantei, tomei um banho e fui trabalhar. Numa confusão entre fantasia e realidade, meu cérebro não relaxava, pensava no ocorrido e no quanto fui impulsiva.
De volta à realidade, retomei minha rotina. Demorei alguns dias para descrever o nosso encontro e enviei o texto à ele para aprovação. Novamente elegante, elogiou minhas palavras e pediu apenas que tirasse seu nome para "preservar nossa intimidade". Ele é de poucas palavras e muito discreto, ao contrário de mim, uma falastrona desenfreada, que se comunica com o corpo todo. Mas não foi essa diferença de comportamento que me atraiu naquele homem. Na verdade, paixão não se explica. Logicamente que para ele represento uma pessoa estranha, que não estava em seus planos reencontrar. Mas, para mim, aquele cara sempre esteve presente nos meus dias. Ainda não me dei conta de que tudo seja realidade. Talvez não seja mesmo. Mas, confesso que foi o maior dos meus sonhos até hoje!




Carla Vilaça.

quinta-feira, 18 de maio de 2017

Me diga que sou linda???

Arrumar a casa não é uma tarefa das mais prazerosas nem das mais fáceis. É cansativo, desgastante, e repetitivo, porque não há um fim na sujeira que produzimos diariamente. E os serviços geralmente são muito pesados, o que significa que é preciso ter disposição e tempo para a arrumação. E, como nós, mulheres, somos muito detalhistas, costumamos dividir as tarefas por dias da semana para que a limpeza seja completa. Eu não sou apaixonada por faxina mas não há quem faça o serviço de casa para mim e portanto, não tenho escapatória. Quando eu era casada, de vez em quando meu ex-marido me ajudava lavando vasilhas ou colocando a roupa para bater na máquina. E depois ia descansar assistindo televisão, enquanto eu ia passar a roupa, arrumar os guarda-roupas e lavar os banheiros. Me irritava vê-lo ali, deitado no sofá, enquanto eu me desdobrava para dar conta de tudo.
Era esse um dos motivos das nossas brigas e muitas vezes, deixei tudo pelo meio do caminho e saí, com raiva do machismo do Humberto, que acreditava que as mulheres tinham a obrigação pelos afazeres domésticos. Não adiantava conversar. Nossos pensamentos não se combinavam e passamos, então, cada qual cuidando de seu próprio guarda-roupas e por fim, fomos dormir em quartos separados. Dessa separação de corpos nasceu a ideia do divórcio e fui eu a tomar a iniciativa, já que ele não queria sair de casa. Já sem conversarmos há muito tempo, nos despedimos com um abraço, ele me desejando boa sorte na minha nova empreitada, e eu fingindo que estava tudo bem.
Mas, apesar de doloroso, o divórcio me fez bem. Estou ainda mais segura de mim, tive que aprender a pagar as contas com código de barras (sou das antigas e era meu ex-marido que fazia isso), e o mais importante: não posso culpar ninguém pela casa bagunçada, a não ser eu mesma. Como o apartamento em que estou morando é menor, num único dia termino a limpeza e ainda dá tempo para ver TV, exatamente como o Humberto fazia. No mês passado fui visitá-lo e percebi que não há tanta limpeza como ele exigia, ou seja, o mandonismo perdeu a graça. Se antes meu ex-marido tinha alguém para xingar e culpar pela falta de faxina, hoje isso depende dele, que ao que parece, não está muito preocupado com isso.
Em compensação, a casa em que estou morando vive arrumada e limpa, a não ser por conta do meu filho que ainda é pequeno e muito bagunceiro. Consegui organizar os papéis e roupas e a cada semana faço uma limpeza mais profunda. Não sei se um dia me casarei novamente, aliás acho pouco provável que isso aconteça, mas se ocorrer de juntar novamente as escovas de dentes com outro homem, serei mais firme, colocando desde o início as responsabilidades dos dois num quadro de avisos. O primeiro item seria: a casa pertence ao casal, portanto, os dois devem mantê-la limpa. Segundo: mulher não é diferente de homem e os dois têm os mesmos direitos e deveres. O último seria: ao invés de cobrar, faça a sua parte. E não se esqueça: dê um beijo de boa noite em sua mulher e diga à ela o quanto é linda, a admira e a ama! 


Um beijo.

Carla Vilaça

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Só queremos carinho, nada mais!

Os homens são loucos por sexo, certo? Nem sempre. Em muitos casos, eles preferem a satisfação solitária do que dividir a cama com uma mulher. Não me baseio em pesquisas para afirmar isso, nem tenho tanta experiência no assunto, mas esta é uma conclusão informal, tirada de conversas femininas com amigas, cujo assunto principal é a libido masculina (e sua performance sexual, posições, manotas durante a relação, tamanhos de uma coisa e de outra, etc). Nessas rodadas, chamadas também de tricotadas ou mexericos de comadre, entre risadas e teorias baratas, acreditamos que podemos analisar os homens através das relações amorosas que tivemos ou temos, com namorados, ficantes ou maridos.
Fui criada acreditando que todo homem é safado, só pensa naquilo e que usa e abusa da mulher em todos os sentidos. Essa foi a maneira encontrada pela minha mãe para impedir que eu e minhas irmãs caíssemos em armadilhas de algum engraçadinho que pudesse nos engravidar antes do casamento. É um pensamento antigo, mas muito utilizado na minha adolescência pelas matriarcas que davam satisfações aos vizinhos e parentes. Isso mudou bastante, mas a verdade é que as meninas ainda recebem uma criação diferente das ofertadas aos meninos. O bom desta história é que na maioria das vezes me enganei, porque muitos rapazes não eram nada do que imaginei e quando estiveram comigo, desejavam apenas beijar, abraçar e conversar, antes de passar para a segunda fase, a do sexo (que não acontecia, logicamente). Eram o que chamamos de 'Homem prá Casar'. Mesmo assim só me casei depois de curtir muito a minha vida de solteira.
Por outro lado, nossas mães têm razão em nos alertar sobre os tarados disfarçados de galã, capazes de nos enganar com cantadas esdrúxulas, que caímos ao menor sinal de interesse por parte deles, ou do nosso, evidentemente. Com suas lábias doces e garras afiadas, conseguem o que querem e depois vão embora sem pensar nos corações destroçados que deixaram. Não falo da ingenuidade de uma garota, mas me refiro a todo tipo de mulher, de todas as idades que são levadas por promessas que jamais serão cumpridas pelo Don Juan, interessado apenas em conquistar e sentir prazer com qualquer uma que ele encontrar pelo caminho. Quase psicopatas - e alguns o são de fato - sabem agradar porque  conhecem as artimanhas da sedução e sabem como enlouquecer uma mulher na cama.
Em contrapartida, caso o interesse seja da mulher na conquista de um homem, é ela quem corre atrás da vítima, como caçadoras famintas, loucas para transar com aquele que considera seu objeto de prazer. Em muitas situações somos mesmo parecidos, homens e mulheres. Mas, neste caso, o sexo feminino consegue ser, algumas vezes, pior do que o masculino porque ela conhece os sentimentos a fundo, sabe articular muito bem e investigar cada passo do homem desejado e encurralá-lo para que não saia de seus braços. Não se trata de ciúme, mas de obsessão, um desvio de personalidade, talvez, que não me cabe aqui decifrar pela minha falta de conhecimento técnico.
Mas, então tá. Se estamos apenas baseando em experiências particulares, partimos agora para teorias científicas que muitas vezes são usadas em barzinhos como afirmação das ideias. Segundo alguns estudiosos, como o sexólogo Gerson Lopes, ambos, homens e mulheres são idênticos em seus desejos sexuais, mas enquanto ela depende mais da estimulação romântica do que sexual, ele é capaz de permanecer interessado sempre que encontrar alguém com quem já transou, mesmo que esteja em outra relação amorosa. Ou seja, nos ligamos mais em carinho e atenção do que a transa em si.
Voltando para a nossa realidade nua e crua, o que percebemos é que no fundo, no fundo, depende de como os homens recebem a orientação a respeito da mulher, ainda na infância. Ele poderá ser mais carinhoso ou egoísta à medida em que nos compreende e nos conhece. Valorizamos os sentimentos, os elogios, o carinho e o romantismo, a atenção. Para nós, o sexo não vem separado do corpo e da mente, mas é um todo e um item completa o outro. O que precisamos mesmo é de beijo na boca, sorrisos safados e um olhar de admiração, de desejo, de paixão. Não exigimos muito, não somos difíceis. Somos incompreendidas. Deu prá entender, rapazes?


Beijos,

Carla Vilaça