MITOS E SÍMBOLOS FEMININOS


Amazonas – Amazonas eram mulheres guerreiras da Antiguidade que teriam habitado a Capadócia, atual Turquia. Para facilitar o uso do arco, e obter mais força, elas queimavam ou cortavam o seio direito com um objeto feito de bronze, em brasa. Foi a partir desta lenda que os colonizadores assim chamaram as mulheres armadas de arco e flecha que encontraram na região banhada pelo Amazonas, no Brasil. O historiador Heródoto relatou que elas saíam para caçar a cavalo com seus maridos, usando roupas masculinas e elas só se casavam quando matavam um homem durante as batalhas. Elas teriam sua origem numa colônia capadócia. A partir do período moderno, o termo Amazonas  passou a ser usado para se referir à mulheres guerreiras ou que montam a cavalo, em provas de equitação. O nome(ha-mazan), de origem grega, teria vários significados: sem seios, mãe, lutando junto e guerreira. Na Arte e na Literatura, as amazonas aparecem com frequência.





Amélia – música criada por Mário Lago no começo do século 20. A letra fala de uma mulher que aceita as mazelas da vida como destino e não luta para mudá-lo. Desta forma Amélia passou a significar a mulher passiva, que não vai à luta, que vive apenas para o lar. O refrão da música é: “Amélia não tinha a menor vaidade... Amélia é que era mulher de verdade”.




Afrodite – Deusa da religião grega, protetora do amor e da fecundidade, era responsável pela perpetuação da vida, do prazer e da alegria. Apesar de ser a mais bela entre as deusas, era casada com Hephaistos, o habitante mais feio do Olimpo. Em Roma Afrodite chamava-se Vênus. Seu culto na Grécia Antiga teria sido importado da Ásia. Ela teria nascido da espuma do mar (esperma), quando Cronos cortou os órgãos genitais de Urano e os arremessou na água. Segundo Hesíodo, o pênis teria boiado na planície e a espuma ajaculava-se, criando dela uma virgem: Afrodite, que chegou até a margem, flutuando numa concha de vieira. Junto com Apolo, representa os ideais de beleza humana. A deusa era constantemente venerada pelos romanos que a representaram nas Artes e em monumentos, bem como templos.







Artemis – Deusa da religião grega, reinava sobre a floresta e os animais selvagens, sendo representada em trajes de caçadora. Mais tarde tornou-se guardiã também da lua e da magia, protetora das meninas, do parto e da virgindade, na antiga religião grega. Segundo a lenda ela teria nascido na Ilha de Delos e era irmã gêmea de Apolo. Na mitologia romana, Artemis era Diana. Era representada com arco e flechas que atiravam nos deuses e nos mortais e considerava sagrados o urso, o cervo e o cipreste. Ela era virgem e por isso despertava o interesse de vários homens, e alguns deles pensavam em estuprá-la e ela chegou a ser raptada, mas conseguiu fugir. Ela acabou apaixonando-se por Orion, que foi morto acidentalmente por ela.





Atena – Deusa da religião grega, filha de Zeus, símbolo da inteligência e da razão, tendo nascido de sua cabeça, manteve-se virgem por toda a vida. Protegia os trabalhadores, os heróis, guerreiros e os artífices, e era imbatível na guerra. Em Roma era conhecida pelo nome de Minerva. Foi padroeira de várias cidades, entre elas Atenas e Ática (não se sabe se a cidade se chamou Atenas por causa da deusa, ou vice-versa). Foi uma das deusas mais representadas da arte grega e sua simbologia exerceu influência sobre o pensamento grego, com relação à justiça, sabedora e cultura. Sua imagem é refletida em moedas da época, templos e estátuas. Um de seus símbolos é a oliveira e para ela era consagrado um olival, na área da Academia, que produzia óleo oferecido como prêmios aos vencedores dos jogos em torneios atléticos. Teria sido uma deusa independente, corajosa que se recusou a ser mãe, embora tenha adotado um menino.





Bruxas sendo queimadas

Bruxas – Nos tempos antigos, acreditava-se que algumas mulheres tinham o poder de “usar” os espíritos dos mortos através de feitiços, para fazer maldades. Chamadas de bruxas, teriam condições de voar em cabos de vassouras ou navegar a bordo de uma peneira. Sob acusação de bruxarias, diversas mulheres foram condenadas e mortas, na Idade Média. A última foi condenada em 1712, na Inglaterra. Em 1736 uma lei pôs fim aos processos por bruxaria. As bruxas acabaram como personagens malvadas de histórias infantis, onde viviam perseguindo as princesas. Bruxas também são apelidos de mulheres traiçoeiras, nos dias atuais. Em 1484 o papa Inocêncio VIII promulgou a bula Summis desiderantes affectibus, confimando a existência das bruxarias e a publicação Martelo das Bruxas, no mesmo ano, orientou a caça às bruxas, mulheres que faziam magias e feitiçarias, causando uma onda de violência muito grande na época.



Deméter – Deusa da agricultura, na mitologia grega, uma das onze divindades do Olimpo, irmã de Zeus, protetora do solo fértil e das boas colheitas, era considerada a protetora do casamento, deusa da gestação e a responsável pela nutrição da terra. Era chamada Ceres, em Roma. Teve um filho, Pluto, que morreu após ser atingido por um raio enviado por Zeus, ao descobrir que ela era amante de Iásion. Já sua filha, Perséfone, foi raptada por Hades, e levada por ele às profundezas do inferno, onde se casaram, sendo ela a receber as almas dos mortos. Segundo a mitologia, primavera seria o encontro de Perséfone com a mãe, Deméter e o inverno, é o retorno dela para os braços do marido, no inferno (ela não conseguia mais voltar porque teria comido romã, que segundo a lenda, impede o retorno à Terra). Outro filho de Deméter foi Aríon, que teve com Poseidon.




Deusa Mãe (ou Grande Deusa) – Divindade dos cretenses, símbolo da fecundidade, representada por uma mulher envolta em serpentes. Dava origem a todas as coisas e era responsável pela boa colheita ou por tempestades e destruições. À ela eram oferecidos sacrifícios por sacerdotisas que se trajavam com vestidos e paramentos rituais. Como transferência deste culto, a mulher em Creta sempre teve papel de destaque, fato que não foi encontrado em nenhum outro povo da antiguidade. As obras de arte cretense mostram a mulher em todos os acontecimentos da vida social, no mesmo patamar do homem.



Donzela - moça virgem que aguarda um homem que vai lhe trazer a felicidade.


Adão e Eva, no paraíso
Eva – esposa de Adão, ela teria sido a primeira mulher surgida no mundo. Segundo a Bíblia ela foi criada por Deus a partir de uma costela de Adão, enquanto ele teria sido feito a partir do barro. Os dois viviam bem até que ela não suportou a tentação de comer uma maçã oferecida por uma serpente, que na verdade era o Demônio. Por causa disso Eva teria que sofrer e teria dores horríveis no parto toda vez que tivesse filho. O casal teve dois filhos, Caim e Abel. Eva é vista como a traidora, mulher infiel. Segundo a Bíblia e o Alcorão, Adão e Eva foram o primeiro casal criado por Deus, na Terra, à Sua semelhança. Eva, do hebraico, significa Vivente e o nome teria sido dado à ela por Adão. Os dois foram criados, no Jardim do Éden, para encher a terra com seus descendentes, mas um filho deles, Caim, matou o irmão, Abel, por inveja e ciúmes. A tentação da serpente e a mordida na maçã, é considerado um pecado, já que a árvore era proibida e por causa deste ato de Eva, toda a humanidade foi punida com a morte, ao invés de uma vida sem interrupções. A mordida mostra ainda a vergonha que o casal sentiu ao se perceberem pelados, e desde então, passaram a se cobrir com vestes (folhas de parreira inicialmente e depois com peles de animais). Os dois foram expulsos do paraíso por Deus.





Helena de Tróia – Segundo a lenda grega, era filha de Zeus e da rainha Leda, foi a mulher mais bela de sua época e era muito assediada, apesar de ser casada com o rei Menelau, rei de Esparta. Acabou sendo raptada, ainda criança, pelo herói Teseu. Os pretendentes de Helena se juntaram a Menelau para combater o seqüestrador. Após a guerra na cidade, que durou 10 anos, ela voltou para os braços do marido. Ao ficar viúva, foi expulsa do reino pelo enteado e foi morar com uma amiga, onde acabou sendo enforcada, quando tomava banho. O crime foi cometido por mulheres.







Hera – Deusa da mitologia grega, irmã e esposa de Zeus, protetora da fecundidade e do casamento, é a rainha dos deuses e patrona da fidelidade conjugal. Em Roma era conhecida como Juno. Geralmente é retratada com uma coroa alta e redonda (polos), usada por várias deusas. Nas mãos ela ostenta uma romã, símbolo da fertiliadade, sangue e morte. Era ciumenta e agressiva contra qualquer relação extra-conjugal e perseguia as amantes de Zeus e os filhos bastardos do marido, tendo tentado matar um bebê, Héracles, no berço. Vários templos foram erguidos em sua homenagem em várias partes, na Antiguidade. Hera teria sido a primeira deusa a receber um santuário com teto fechado, em Samos, cerca de 800 a.C. Hera gostava de brigar e era muito invejosa e tinha muitas confusões com o marido, chegando a agredi-lo. Zeus acabou revidando e foi preso, tendo se libertado ao sair das nuvens com as mãos acorrentadas e com duas bigornas suspensas nos pés. Teve três filhos com Zeus: Ares, Hebe e Hefesto.



Iara ( imagem internet)





Iara – Nome literário da mãe-d´água. A palavra vem do tupi ig, igual a água e iara, que significa senhor. A Iara é uma criação de escritores brasileiros e seria um ser metade peixe, metade mulher, que viveria sobre as pedras a pentear os longos cabelos. Se alguém a visse ficaria cego, e se ouvisse seus cantos, ficaria atraído e levado para o fundo do rio ou do mar. Sua pele é clara e possui longos cabelos verdes e olhos castanhos. 






Sacrifício de Ifigênia
Ifigênia – princesa de Micenas, filha de Agamenon, o líder dos gregos que lutaram em Tróia. Agamenon irritou a deusa Artemis ao matar um cervo sagrado. Ifigênia tornou-se sacerdotisa no templo de Artemis e uma de suas tarefas era sacrificar qualquer estranho que chegasse ao local. Era símbolo de auto-sacrifício feminino e seu nome significa Forte desde o Nascimento

 









Ishtar – principal deusa da religião mesopotâmica, seu culto teve origem entre os sumerianos e foi adotado por todos os povos que anteriormente habitaram o Vale dos rios Tigre-Eufrates. Simbolizava a maternidade (princípio feminino na natureza) e era a protetora na guerra. Era representada com barba, arma aos pés de leões.











Ísis – A mais importante deusa feminina do antigo Egito, sendo ao mesmo tempo, irmã e mulher de Osíris e mãe de Horus. Era a protetora dos viajantes e marinheiros e retratada com forma humana nas obras de arte do Egito. Seu nome significa Ela do Trono. Foi muito adorada, principalmente nos santuários em Gizé e em Behbeit El-Hagar, no Baixo Egito. Osíris tinha sido assassinado por Seth e seus pedaços espalhados sobre a Terra. Ísis juntou estes pedaços, ressuscitou seu amado e os dois se casaram. Ela é conhecida ainda como a deusa da simplicidade e protetora dos mortos e das crianças. Ísis, para os egípcios, era responsável pelas cheias do rio Nilo, que eles acreditavam serem as lágrimas da deusa, chorando pela morte do amado. A morte e a ressurreição de Osírios foi revivido anualmente em rituais religiosos em várias partes do Egito.





 
Maat – Deusa da verdade e da Justiça, na mitologia egípcia. Filha do deus-sol Ra, usava uma pena na cabeça simbolizando a verdade. É chamada Duas Verdades e era representada com uma pluma de avestruz na cabeça, a qual era pesada contra o coração do morto no julgamento de Osíris (a pluma era colocada na balança, num prato, e no outro, colocava-se o coração da pessoa morta. Se houvesse equilíbrio, o morto poderia festejar com os espíritos, do contrário ele seria devolvido à Ammit para ser devorado), que acontecia no Salão de Julgamento subterrâneo. Para os egípcios, Maat era o equilíbrio cósmico que permitia ao mundo funcionar perfeitamente. A lei de Maat se encontra no capítulo 125 do Livro dos Mortos do Egito Antigo. É conhecida ainda como as 42 leis de Maat, a Declaração de Inocência e Confissões Negativas.




Maria - Mãe de Deus, segundo a Bíblia, foi concebida sem pecado e por isso, tida como uma mulher pura, sagrada. A Virgem Maria, Nossa Senhora ou Maria de Nazaré era filha de dois idosos, Santa Ana e São Joaquim, segundo a Bíblia. Ela teria conhecido José, o pai de Jesus, em Nazaré e três anos depois eles se casaram, mas Maria permaneceu pura e seu filho, concebido através de um milagre de Deus. Há vários estudos sobre a Mãe de Jesus e muitas músicas e orações são dirigidas à ela. Os religiosos acreditam que ela subiu aos céus, viva.






Medéia - Personagem da mitologia grega, que mata os próprios filhos, duas crianças, para se vingar do marido, Jasão, que a traía com outra mulher. Ela também envenenou as roupas que deu de presente à amante do marido, que ao tentar salvá-la, acaba também envenenado. Medéia, então foge para Atenas e lá se casou com o rei Egeu, com quem teve o filho, Medo. Teseu, ao saber disso, tenta matá-la, mas e impedido, quando Teseu descobre que o rapaz é seu filho.









Medusa – Personagem da mitologia grega, possuidora de cabelos que a deusa Atena transformou em serpentes. Tinha o poder de petrificar as criaturas com seu terrível olhar. Foi morta pelo herói Perseu, que cortou sua cabeça, a colocou num saco, sem olhar para ela e a entregou à deusa Atena. A cabeça do monstro foi colocada no escudo de Perseu e utilizada como arma, por ele. Tinha duas irmãs, Esteno e Euríale, que não eram mortais, como Medusa. Na Antiguidade, a imagem da cabeça da Medusa era usada para afugentar o mal conhecido como Gorgoneion. A personagem, segundo o poeta romano Ovídio, teria sido originalmente uma bela donzela, que ao se deitar com o deus do mar, Poseidon, teria enfurecido a mulher dele, Atena, que transformou-a numa mulher horrível e cruel. Medusa serviu de inspiração para vários estudos psicanalíticos e filosóficos a respeito do seu poder e da sua transformação em pessoa má. Para as feministas, o monstro teria sido estuprado e não dormido com Poseidon por amor. Outros estudos afirmam que Medusa representa a imagem da castração associada à descoberta da sexualidade maternal e sua negação. A imagem do monstro no teto das casas e templos, era usada na Antiguidade para espantar os maus espíritos. Já as taças de vinho continham o mesmo desenho, no fundo, para mostrar que os copos deveriam sempre estar cheios, pois do contrário, os frequentadores das festas viravam pedras.





Musas – Personagens da mitologia grega, filhas de Apolo, inspiradoras dos artistas e dos sábios. Os helenos acreditavam na existência de 9 musas: Calíope, Polímnia, Melpômene, Erato, Tália, Clio, Euterpe, Urânia e Terspsícore. O templo das musas era o Museion, termo que deu origem à palavra museu, como local de cultivo e preservação das artes e ciências. Elas moravam perto de riachos e fontes, onde dançavam e cantavam, muitas vezes, acompanhadas por Apolo, e puniam quem as desafiassem na arte e na música.


Ninfas – Segundo a Mitologia grega, eram divindades femininas de segunda classe, pois não habitavam o Olimpo, mas moravam no campo. Ninfa vem do latim Nympha, moça em idade de casar. Dessa palavra surgiu a ninfomania, definida pelo médico Larousse, em 1912, como excitação sexual excessiva na mulher, cujo tratamento seria calmantes e casamento.










Perséfone – Deusa das ervas, flores, frutos e perfume, na antiga religião grega, protetora das colheitas, era filha de Deméter e de Zeus e esposa de Hades, deus dos mortos. Segundo a lenda, passava 3 meses por ano em companhia do marido nos infernos. Quando voltava à superfície, a natureza ganhava vida nova. Era também conhecida como Cora. Para ela, eram consagrados os chás de plantas, como alecrim e sálvia e mel. É descrita na literatura Antiga como uma mulher de olhos escuros, de uma beleza estonteante, que despertava muitas paixões e na fase adulta, apaixona-se por Adônis, que tinha sido cuidado por ela, quando ele era ainda um bebê. Muitos rituais eram feitos à Perséfone e segundo a crença, ninguém poderia morrer sem que ela lhe cortasse o fio de cabelo que o ligava à vida. À ela eram imolados os cães e acreditava-se que também fazia reencontrar objetos perdidos.






Princesa – personagem de histórias infantis, vivia no castelo, cheia de sonhos românticos, só realizáveis por um príncipe, que com certeza, ela iria encontrar um dia. Virgem, seu desejo era ter um lar, satisfazer o amado e viver feliz para sempre. Eis alguns exemplos: Na história da Branca de Neve a madrasta tem inveja de sua beleza e juventude. Assim a mocinha foge e chega a morrer, mas é salva por um príncipe, quando está quase sendo enterrada. Já a Gata Borralheira também vive com a madrasta e sofre maus tratos. Uma fada permite que ela vá a uma festa, onde conhece um príncipe. No outro dia ele a encontra e a leva para um castelo. A Rapunzel é raptada ainda bebê por uma bruxa, que a mantém quando jovem enclausurada numa torre. Com tranças enormes, um príncipe sobe por elas até que um dia ele a salva. Princesa é a forma feminina de príncipe, que significa, em latim princeps, primeiro cidadão ou principal cidadão). 




Quenga – prostituta, o termo é muito usado no Nordeste brasileiro. No seu sentido original quenga é uma vasilha feita da metade de um coco sem a polpa. Assim, um coco sem a polpa, seria uma cabeça sem o cérebro, ou seja, uma pessoa que perdeu o juízo e caiu na vida.




Piriguete - gíria na língua portuguesa, considerada como termo pejorativo, usado para descrever uma mulher provocadora que demonstra interesse por outras pessoas, mesmo que esta estejam comprometidas. A piriguete também usa pouca roupa em festas e comemorações. A palavra piriguete seria a junção de “perigo” e “girl” (“garota”, em inglês), criando o significado de “garota perigosa”. O termo teria surgido nas periferias de Salvador, na Bahia.


Salomé - Personagem bíblica nascida entre 62 e 71, neta de Herodes, o Grande, criada por um tio, é apontada como responsável pela execução de João Batista, segundo o Novo Testamento. Ele teria acusado a mãe de Salomé de adultério, que para se vingar, pede à filha, a cabeça do profeta, que estava preso nas masmorras do palácio. Em troca, ela receberia uma farta recompensa em dinheiro.






Rainha de Sabá - Personagem bíblico, teria negociado com o rei Salomão, levando à ele em Jerusalém, grandes riquezas e camelos carregados de aromas e de ouro e pedras preciosas.




Rameira – prostituta, que faz sexo em troca de dinheiro. O nome vem do fato de que em Portugal no século 15, quando uma taberna queria anunciar aos clientes que ali encontravam-se mulheres que prestavam serviços sexuais remunerados, pendurava-se ramos de árvore no lado de fora da porta.

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