NA BELEZA




Adalgisa Colombo - Modelo e atriz, nascida em 11/01/1940 no Rio de Janeiro (RJ), foi Miss Brasil 1958, sendo a primeira representante do Rio de Janeiro. Ficou em segundo lugar no Miss Universo no mesmo ano. Renunciou seu reinado de Miss para se casar. Fez alguns filmes, mas sua carreira de atriz não foi adiante.


Adalgisa Colombo Teruzkin[1] (Rio de Janeiro, DF, 11 de janeiro de1940  Rio de Janeiro, RJ, 17 de janeiro de 2013) foi a Miss Brasil 1958.[2] Atuou em 1956 no filme Com Água na Boca, no papel de Teresinha.[3]Foi a primeira representante do Distrito Federal, atual Rio de Janeiro, a ser coroada Miss Brasil, num concurso realizado em 1958 no próprio Rio de Janeiro.[4] No Miss Universo, realizado nesse ano em Long Beach, Califórnia (Estados Unidos),[5] ficou em segundo lugar,[6]perdendo apenas para Luz Marina Zuluaga.[7] Renunciou durante o reinado por estar de casamento marcado, mas oficialmente é a vencedora do concurso; nenhuma outra candidata a sucedeu até a realização do Miss Brasil 1959. Trabalhou como apresentadora da TV Rio durante a década de 1960, onde apresentou programas diversos, a maioria dirigidos ao público feminino. Em 2004 foi homenageada pelo site como a "Miss Brasil Inesquecível", por ocasião dos 50 anos do concurso.Adalgisa Colombo morreu no Rio de Janeiro aos 73 anos. As causas da morte não foram divulgadas pela família.[8] Seu corpo foi enterrado noCemitério Israelita de Vilar dos Teles, no Rio de Janeiro.







Alek Wek – Modelo nascida no Sudão, África, em 16/04/1977, fugiu da guerra civil em 1991 indo para a França em companhia da mãe e de 8 irmãos. Aos 21 anos foi descoberta na rua por uma funcionária da agência Models One e passou a desfilar para estilistas famosos e estampar várias revistas.

(Wau, Sudão do Sul, 16 de abril de 1977) é uma modelo sul-sudanesa. A modelo é membro do U.S. Committee for Refugees' Advisory Council, ajudando a chamar atenção para a situação crítica no Sudão, bem como para a situação difícil dos refugiados em todo o mundo.Alek Wek não sabe exatamente o dia ou ano em que nasceu (seu povo não guarda datas de aniversário), só se lembra que foi durante a estação de chuvas, na província de Wau. Originária do grupo étnico sudanês dinka, sua família se refugiou na Inglaterra em 1991 para escapar da guerra civil entre o norte muçulmano e o sul cristão em seu país, tinha então 14 anos.
Apareceu aos 18 anos nas passarelas do mundo e causou frisson. A modelo foi descoberta em um mercado aberto de Crystal Palace, em Londres, em1995, por um scouter da agência Models One. Começou a ser notada a partir do vídeo GoldenEye de Tina Turner, em 1995, e a partir daí começou a fazer sucesso no mundo da moda. Participou no vídeo Got Til It's Gone, de Janet Jackson, nesse mesmo ano. Assinou contrato com a Ford Models em 1996, iniciando então uma série de campanhas de sucesso. Foi escolhida a "Modelo do ano" em 1997, pela MTV e entre1999 e 2000 e figurou nos calendários para a Pirelli.
Entre as várias campanhas, destacam-se as marcas Issey Miyake, Moschino, Victoria's Secret e para as companhias de cosméticos Clinique e Revlon, assim como desfiles para estilistas como John Galliano, Donna Karan, Calvin Klein e Ermanno Scervino. Além de modelo, Wek também criou um marca de bolsas de nome "Wek 1933", à venda em lojas de departamento. O ano em questão (1933, de sua marca de bolsas) se refere ao que seu pai nasceu.
Em 2002, Wek fez a sua estreia como atriz no filme The Four Feathers as Sudanese princess Aquol.







Anna Pegova - Cosmetóloga e empresária nascida em 1896 na Rússia, deixou seu país durante a Revolução, em 1920, indo para a França. Dez anos depois começou a carreira na área da beleza. Descobriu matérias básicas para cosméticos e criou técnicas estéticas, como o peeling vegetal. Seu salão de beleza em Paris era frequentado por personalidades dos anos 40. Após sua morte, seu filho tomou a frente do instituto. A marca Anna Pegova é conhecida em todo o mundo.

igrou para França em 1920. Amiga de Helena Rubinstein, ela se tornou uma grande cosmetóloga a partir dos anos 30. Descobriu, entre as matérias básicas, as mais nobres, ativos inovadores e criou os cuidados cosméticos e depois técnicas estéticas. Adquiriu então um renome mundial ao criar o peeling vegetal, que formulou depois de muitas adaptações.A Segunda Guerra Mundial adiou a abertura de seu instituto de beleza em Paris, que finalmente foi inaugurado em1947, na Avenida Matignon, com grande sucesso. As personalidades da arte e da política o freqüentavam regularmente, e Edith Piaf foi uma cliente assídua. Depois, Madame Pegova decidiu explorar o mundo e viajou aInglaterra, Canadá, Argentina, Austrália e Brasil, entre outros lugares, para prospectar terreno para sua marca. Decidida a retornar às raízes, a marca Anna Pegova abriu um novo instituto em 1991 em Paris, na esquina da Rua Royale e do Faubourg Saint Honoré.Após sua morte, seu filho tomou a frente do instituto e desenvolveu a marca no Brasil. Alguns anos depois, um grupo familiar independente, que havia comprado a marca ao filho de Anna Pegova, não tendo equipe local para se encarregar do desenvolvimento, decidiu parar as operações na França e se concentrar no Brasil, onde abriu lojas e grandes institutos de beleza. Hoje em dia a marca é também presente na Ásia, América do Sul e Rússia.







Bruna Lombardi - Ex-modelo, escritora, roteirista e atriz, filha do cineasta Ugo Lombardi e da atriz Yvone Sandner, ficou famosa pela beleza nos anos 70. Foi descoberta aos 11 anos, numa apresentação de escola e já foi capa de inúmeras revistas brasileiras. Sua estreia na TV foi na novela "Sem Lenço nem Documento", em 1976. Um ano depois protagonizou a novela "Aritana", ao lado do ator Carlos Alberto Riccelli,  com quem se casou e tem um filho, Kim. Nos anos 90 Bruna deixou o Brasil para fazer cursos de roteiro e desde então, produz filmes. Como escritora, seu livro mais conhecido é "O Perigo do Dragão".






Cheryl Tiegs – Modelo nascida em Minnesota (EUA) em 25/09/1947, foi símbolo das garotas bronzeadas da Califórnia nos anos 1970, quando fotografou pela primeira vez para a revista americana Sports Illustrated. Foi a primeira modelo americana a ganhar status de celebridade.










Cláudia Schiffer – Modelo nascida em 25/08/1970 em Rheinberg, Düsseldorf, Alemanha, filha de advogado e dona-de-casa, foi uma das modelos mais bem pagas do mundo. Descoberta numa discoteca alemã, chegou a assinar um contrato de 6 milhões de dólares com a empresa de cosméticos Revlon. Produziu vídeos de ginástica, escreveu sua autobiografia e tem um bar-restaurante em Nova Iorque. Ex-mulher do ilusionista David Copperfield, é casada com um empresário e tem um filho.










Cindy Crawford – Modelo nascida nascida em 20/02/1966 em Illinois (EUA), Cynthia Ann Crawford começou a carreira de modelo após ganhar o concurso Look of the Year da Elite Model em 1983. Em 1988 posou nua para a Playboy. Casada com um empresário, tem 2 filhos. Ganha cerca de sete milhões de reais por ano. Já fez mais de 400 capas em todo o mundo.







Cindy Jackson – Artista plástica e fotógrafa nascida em Ohio (EUA) em 1955, filha de fazendeiros, ficou conhecida pelas 42 plásticas que fez para tornar-se parecida com a boneca Barbie. As cirurgias foram feitas graças a uma herança de 99 mil dólares deixada pelo pai, que a rejeitava. Consertou o nariz, fez 7 lipos, implantes de silicone, transplante capilar, maquiagem permanente, tratamentos de pele, transferências de gordura, alterações no maxilar e cosmética dental. Antes das plásticas se achava feia, incapaz de atrair homens charmosos e bonitos. Vive na Inglaterra.









Elizabeth Arden - Enfermeira nascida em 31/12/1878, Florence Nightingale Graham passou a testar loções e pastas em sua cozinha, como hidratantes. perdeu sua mãe aos seis anos de idade, mas continuou vivendo com seu pai e irmãos.Aos 30 anos de idade foi para Nova Iorque, onde conheceu um químico que a ajudou a preparar um creme de massagem facial que ficou famoso entre as mulheres. Em 1910 abriu um salão de beleza e mudou seu nome para Elizabeth Arden. De porta-em-porta ela passou a vender seus produtos, ficando conhecida na alta sociedade americana. Nos anos 30, mais de 600 produtos levavam seu nome. Durante a Segunda Guerra Mundial criou um batom vermelho, o 'Montezuma Red', para ser usado pelas mulheres das forças armadas. Morreu aos 88 anos, em 8/10/1966. se formou em enfermagem. Anos mais tarde, em sua cozinha, começou a formular cremes para queimaduras e elaborou loções e pastas cosméticas, utilizando gorduras, leites e outras substâncias. Essas substâncias eram diferentes das dos médicos da época, e tinham finalidades hidratantes e nutritivas. Logo a sua cozinha passou a ser seu laboratório, e ela começou a dedicar seu tempo em busca do creme perfeito. Os odores que vinham da cozinha incomodavam os vizinhos, que achavam que a família de Florence estava passando necessidades e não tinham dinheiro para comprar comida fresca e, por isso, consumiam ovos podres. Florence passou por momentos difíceis, falta de crédito em seu sonho, até mesmo de sua família, mas como uma grande guerreira foi – aos 30 anos de idade – para Nova York. Cheia de esperanças e expectativas, logo se inseriu na cultura da cidade. Lá ela conheceu um químico e juntos começaram a elaborar o “creme perfeito”, o seu grande sonho. No mesmo tempo ela foi trabalhar em um salão de beleza e dominou a arte da massagem facial orientada e treinada pelo maior especialista da época. A partir daí, Florence estava se tornando uma esteticista.
Em 1910, ela abriu seu primeiro salão de beleza em uma loja na Quinta Avenida. Florence, com sua visão empreendedora, então mudou seu nome para Elizabeth Arden, em homenagem à sua ex-sócia e ao poema “Enoch Arden”, de Alfred Tennyson. Instalou na loja uma porta vermelha luminosa, começando também a divulgar seu negócio com o a propaganda de seus cremes e de sua massagens relaxantes e rejuvenecedoras. Já como Elizabeth Arden, começou a frequentar lugares importantes da sociedade e foi assim que seu salão logo passou a ser conhecido como o melhor da cidade. A partir daí, viajou muito e expandiu os negócios por todo o mundo, montando filiais em vários lugares, construiu um verdadeiro império da beleza. Promoveu a prática da maquiagem, divulgando a pintura dos olhos no estilo “olhar total”, o uso do ruge e do pó, sendo a maquiagem expressiva a última moda emParis.[1] Elizabeth Arden idealizou a beleza completa, com a pele tratada com cremes e loções específicas para adstringir, tonificar e hidratar, e em seguida a isso o uso da maquiagem. Fez do seu salão um perfeito complexo da beleza. Em1920, mais de cem produtos levaram a marca Elizabeth Arden, chegando a dominar o mundo – em 1930 havia em sua linha mais de 600 produtos, sua marca era uma das mais conhecidas do planeta. Quando começou a Segunda Guerra Mundial, Elizabeth lançou um batom vermelho chamado Montezuma Red, o qual era para ser usado pelas mulheres das forças armadas, para dar vida aos uniformes e um toque a mais de feminilidade. Ficou também conhecida pela democratização dos cosméticos, tudo graças à fabricação de kits de "home SPA", que incluíam um disco de beleza intitulado The Sound of Beauty.
A sua enorme contribuição para o universo da cosmética foi premiada em 1962, pelo governo francês, que a agraciou com o prestigiante “Légion d’Honneur”.A cosmetóloga morreu aos 88 anos, deixando uma herança de fórmulas de cremes e loções e maquiagem de qualidade. Sendo uma mulher modelo de determinação, confiança, poder e luta, fez seu sonho se tornar realidade, tornando-se um ícone feminino. Tanto assim que seu nome virou sinônimo de luxo e glamour. Elizabeth foi uma das únicas mulheres de seu tempo a estampar a capa da revista Time e também a apresentar um programa de rádio na NBC, Elizabeth Arden Way to Beauty.Sepultada no Cemitério de Sleepy Hollow.[editar | editar código-fonte]
Na diplomacia, um grupo de embaixadas que estão em capitais de tradicional prestígio cultural, político e socioeconômico (Roma, Paris, Londres e Washington) ― e seriam portanto as preferidas de embaixadores e embaixatrizes ― receberam o apelido de “Circuito Elizabeth Arden”. O termo surgiu em referência ao glamour e à elegância da cosmetologista Elizabeth Arden, cujas sacolas de compras estavam sempre repletas das mais renomadas grifes de moda dessas cidades




Estée Laudér – Empresária judia nascida em 01/07/1908 em Nova Iorque (EUA), Josephine Esther Mentzer ficou conhecida como a 'Rainha Americana dos Cosméticos' por criar um jeito de vender produtos, oferecendo amostras grátis para as consumidoras. Começou a carreira vendendo cremes para a pele feitos por um tio que era químico. Em 1948 passou a produzir seus próprios cosméticos. Em 1953 lançou sua primeira essência, 'Youth Dew', e em 1968 lançou a marca Clinique. Recebeu vários prêmios e medalhas por suas criações e ajuda à humanidade: fundou escolas judaicas em Varsóvia, Praga e Budapeste, centros de juventude e um centro judaico para a comunidade de Cracóvia, além denviar para a Hungria, rabinos e educadores. Seus parentes morreram no Holocausto e por isso suas empresas apóiam movimentos que lutam contra o nazismo. A 'Estée Lauder', que funciona em Manhattan, é uma das maiores empresas de cosméticos do mundo. Morreu em 24/04/2004, aos 94 anos. Estée Lauder Companies é uma empresa estadunidense decosméticos com sede em Nova Iorque. A empresa é listada no índice de bolsa S&P 500, foi fundada em 1946 por Estée Lauder (1908-2004) e seu marido Joseph Lauder.Estée Lauder é responsável pela criação de marcas que são hoje distribuídas em mais de 150 países e territórios espalhados pelo mundo.A Estée Lauder foi a primeira marca a ser comercializada pelo grupo. Poucos anos depois era lançada a marca Aramis, a que se seguiriaClinique, Prescriptives, Origins, etc.A empresa trouxe para o mercado novas técnicas de comercialização e atracção de novas consumidoras. Ofertas grátis para as consumidoras na inauguração de um novo ponto de venda, GWV, ”gift with visit”; ofertas atraentes na compra de um valor determinado, os GWP, “gift with purchase”; o envio de mailers deslumbrantes para todas as clientes constantes em ficheiros organizados e sempre actualizados, foram algumas das técnicas.Anos mais tarde, os seus dois filhos Leonard Lauder e Ronald Lauder passam a fazer parte do grupo de directores executivos. Evelyn Lauder, esposa de Leonard Lauder, também participa activamente em determinadas áreas como por exemplo a escolha de novas fragrâncias e na Campanha de Prevenção do cancro da mama.Hoje, Leonard Lauder e Ronald Lauder, como presidentes do grupo, garantem o equilíbrio entre o passado e o presente. O futuro da empresa está assegurado pelos netos de Lauder, William Lauder e Aerin Lauder.A Companhia é desde 1995 cotada na bolsa de Nova Iorque.No ano fiscal de 2007, as vendas líquidas foram de 7.037 biliões (bilião = mil milhões) de dólares e os lucros líquidos de 449.2 milhões de dólares.






Gisele Bundchen – Modelo nascida no Rio Grande do Sul em 20/07/1980, Gisele Caroline Bundchen começou a carreira aos 13 anos, ao ser descoberta numa lanchonete em São Paulo (SP). Vive nos Estados Unidos, onde tem contrato de exclusividade com uma fábrica de lingeries. Chega a faturar por dia mais de 20 mil dólares. Seu rosto já estampou mais de 15 revistas estrangeiras. Em 2005 estreou como atriz no filme 'Taxi'. Recebe por ano mais de 5 milhões de dólares. Em 2005 recebeu o prêmio de "Modelo do Ano" e o título de "A Garota Mais Bonita do Mundo" pela revista Rolling Stone. Tem cinco irmãs (é gêmea de Patrícia). Foi namorada do ator Leonardo Di Caprio.






Gisele Caroline Bündchen[1][2]

20 de julho de 1980 (37 anos)
Local de nascimentoTrês de Maio ou Horizontina,RS
Nacionalidadebrasileira
EtniaBranca
Altura1,79 m[3]
Cor do cabeloLouro claro acinzentado[4]
Cor dos olhosAzuis
Peso58 kg[3]
AgênciaIMG Models
CônjugeTom Brady (2009 -atualmente)
SitePágina oficial
Gisele Caroline Bündchen[1][2] (Horizontina[5][6][7] ou Três de Maio,[8][9][10] 20 de julho de 1980) é uma supermodelo, filantropa eempresária brasileira.[11][12] Em 2000, Bündchen foi considerada pela revista Rolling Stone, a modelo mais bonita do mundo. Entre 2004 e 2016 , pela revista Forbes, a mais bem paga.[13][14][15][16][17] Sua fortuna foi avaliada em 150 milhões de dólares, aparecendo em 2007 noGuiness Book como a modelo mais rica do mundo.[18][19][20]
Também como a modelo-ícone mais sexy do mundo, segundo o sitemodels.com,[21] ficando na frente de modelos como Kate Moss, Christy Turlington, Claudia Schiffer e Natalia Vodianova, que completam o "top-five".[22] Em 2009 foi eleita pelo jornal The Daily Beast a modelo mais valiosa do mundo.[23][24] Eleita em 2013 pela Revista Forbes, uma das 100 mulheres mais poderosas do mundo.[25] Bündchen foi a modelo mais bem paga do mundo pelo sétimo ano seguido, na lista da revista americana Forbes, após acumular 42 milhões de dólares em 12 meses (entre junho de 2012 e junho de 2013).[26] Ainda de acordo com a publicação, desde que a revista começou a “acompanhar” a fortuna de Gisele, em 2001, a top recebeu US$ 386 milhões (cerca de R$ 850 milhões) – levando-se em conta a inflação dos EUA, o valor estimado chega a US$ 427 milhões, equivalente a cerca de R$ 940 milhões.[27]
Ela desempenhou o papel antagonista no filme Taxi (2004), pelo o qual ela foi nomeada ao Teen Choice Awards para Desempenho descoberta feminina[28] e Melhor Vilão,[28] também teve um papel coadjuvante em O Diabo Veste Prada(2006). Bündchen apoia muitas instituições de caridade, incluindo Save the Children, a Cruz Vermelha e osMédicos sem Fronteiras, bem como dedica seu tempo a causas ambientais.Em 2013, foi escolhida pela Revista Época, uma das 100 personalidades mais influentes do Brasil.[29] Com mais de 500 capas de revistas em seu currículo, é a terceira personalidade feminina da história com mais capas com sua imagem, depois da Princesa Diana e Britney Spears [30]Após a aposentadoria das passarelas,[31] seu último desfile[32] foi realizado em 5 de agosto de 2016, no famoso Estádio do Maracanã na cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Verão de 2016 no Rio de Janeiro.Gisele Bündchen (pronunciado IPA[ʒiˈzɛɫi kɐɾo̞ˈɫiɲi ˈbĩtʃẽj] na variante pronúncia corrente no Brasil) nasceu em uma família de descendentes de alemães na região noroeste do Rio Grande do Sul, na cidade de Horizontina.[33][34] Seus pais são Valdir Bündchen e Vânia Nonnenmacher e a modelo tem cinco irmãs: Raquel, Graziela, Gabriela, Rafaela e sua irmã gêmea, Patrícia. Apenas Graziela, juíza federal, não trabalha com Gisele: Raquel é contadora e empresária, Patrícia é relações-públicas, a advogada especialista em direito de imagem Gabriela cuida dos contratos, e Rafaela faz o marketing.[35] Quando adolescente, tinha o sonho de se tornar uma jogadora de vôlei e até cogitou entrar para o time da Sociedade de Ginástica Porto Alegre (SOGIPA).[36]Em 2006, ao ser indagada em entrevista ao site Deutsche Welle sobre suas origens, a modelo respondeu[5]:
A sua carreira começou aos quatorze anos de idade quando foi descoberta por olheiros de uma agência de modelos enquanto fazia um "desfile" para debutantes, para a sua formatura de conclusão de ensino fundamental (8ª série).[13] Inicialmente, trabalhou para a agência de modelos Elite Model Management, depois passou a ser representada pela IMG Models.[editar | editar código-fonte]
Bündchen fez anúncios e fotografias para grifes renomadas, incluindoValentino, Zara, Bulgari, Versace, Victoria's Secret, Ralph Lauren, Tommy Hilfiger, Dolce & Gabbana, Colcci e outros. Também apareceu nas capas de revistas como Marie Claire, Vogue, Arena, Forbes, Vanity Fair, Time,Newsweek e Rolling Stone. Em sua carreira, estima-se ter aparecido em quinhentas capas de revistas.[38]Em 1999, a figura carismática de Bündchen e sua notoriedade no mercado da moda, levou a Vogue a afirmar que graças a ela houve o "retorno da modelo sexy", já que parece ter marcado o fim de uma tendência de modelos de aspecto pouco saudável, como era considerada Kate Moss na época.
Bündchen é uma ativista social, dá suporte a causas como a campanha I am African, pintando seu rosto num protesto contra a falta de atenção à situação das vítimas do HIV (principalmente na África). Sem receber cachê, foi a garota-propaganda do American Express Red Card, iniciativa que dá suporte a vítimas do vírus HIV, enviando uma porcentagem do dinheiro das transações feitas com esse cartão.[48][49]Bündchen já doou o salário de uma semana inteira de desfiles na São Paulo Fashion Week para o programa Fome Zero, introduzido pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2003.[50]
Uma das suas preocupações é proteger a Floresta Amazônica e seus recursos hídricos, doando para essa causa uma porcentagem dos lucros da venda de sua linha de sandálias com a marca Ipanema Gisele Bündchen. O dinheiro é revertido para projetos como Nascentes do Brasil, Y Ykatu Xingu, ISA e De Olho nos Mananciais.[51][52]Em 20 de setembro de 2009, foi designada como Embaixadora da Boa Vontade pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente pelo engajamento em causas ambientais. Em 2012, realiza sua primeira visita oficial como embaixadora, no Quênia[53][54][55][56] Também em 2009, ela foi eleita "heroína nacional brasileira" ficando na frente deLuís Inácio Lula da Silva e de Ronaldo Nazário.[57] Foi considerada pela Revista Época uma dos cem brasileiros mais influentes do ano de 2009.[58]Bündchen se uniu ao ex-vice presidente americano Al Gore para apoiar a campanha Energia Sustentável para Todos. Em um vídeo exibido pela CNN, que também conta com a participação de Kandeh K. Yumkella, diretor-geral da Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (UNIDO), Gisele repete o slogan da campanha: “Vamos trazer energia para todos”.[59]



Heather Whitestone - Bailarina e Miss América 1995 nascida em 24/02/1973 no Alabama (EUA), Heather Whitestone McCallum é a primeira portadora de deficiência física a ganhar a coroa (Heather é surda). Ficou surda com um ano e meio de idade. É a porta-voz da Fundação Helen Keller para Pesquisa sobre o Olho e da Fundação Starkey para Aparelhos Auditivos. Escreveu o livro "Ouvindo com meu Coração".

Cônjuge: John McCallum (desde 1996)
Filhos: Wilson McCallum, James McCallum, John McCallumeather Whitestone nasceu em Dothan, Alabama, em 24 de fevereiro de 1973. Heather perdeu a audição quando tinha apenas 18 meses, devido uma enfermidade chamada haemophilus influenzae. A fim de salvar sua vida, os médicos deram-lhe antibióticos fortes que a deixaram com uma perda auditiva profunda. Sua mãe, Daphne Gray, descobriu a sua surdez. Ela derrubou panelas no chão da cozinha e Heather não respondeu. Sua perda auditiva foi de 120 decibéis no ouvido direito e 90 decibéis no ouvido esquerdo. Aprendeu desde cedo a realizar leitura labial para se comunicar. Na quarta série, Heather aprendeu sobre a história de uma jovem mulher do Alabama que mudaria para sempre sua vida - Helen Keller, pois esta lhe serviu de modelo e inspiração. Heather não pôde acompanhar o andamento das aulas e começou a ficar para trás de seus colegas. Aos onze anos de idade, Heather pediu para sua família mandá-la para uma escola especial que lhe permitisse recuperar tal atraso. No Central Institute for the Deaf,  em St. Louis, Missouri, Heather passou duas séries por ano. Após três anos, retornou ao Alabama para se formar no ensino médio público e mais tarde graduou-se na Berry High School (agora Hoover High School) em 1991. Sua paixão era ballet e por causa de sua surdez, ela passou a maior parte de seu tempo desenvolvendo suas habilidades nesta área. Ela então passou a estudar em Jacksonville State University. "Através do ballet tive a sorte de encontrar um lugar para escapar, um refúgio contra os sentimentos de exclusão. O estúdio de dança era o único lugar onde me sentia aceita e 'como todo mundo'. Na esperança de melhorar minha condição, minha mãe havia me matriculado em uma escola de balé quando eu tinha cinco anos de idade. As aulas de ballet aumentaram minha auto-estima" - Heather Whitestone No ano de 1995 a jovem Heather, competiu ao título de Miss Estados Unidos... e venceu! Ela foi considerada não apenas a primeira Miss America Surda, mas a primeira deficiente a conquistar o título de miss nos EUA.
E aqui está ela!... Miss Estados Unidos da América de 1995!!!”... anunciou o locutor entusiasmado. No entanto, ao contrário de outras vencedoras do concurso em anos anteriores, Heather não ouviu nada dessas palavras consagradoras, nem a música, os aplausos e os muitos cumprimentos ao seu redor, ao ser abraçada e beijada por suas colegas concorrentes e ao encaminhar-se para o trono.Os médicos informaram seus pais que ela jamais passaria do nível de terceiro ano elementar, nem aprenderia a falar. No entanto, durante o concurso de Miss Estados Unidos, ela respondeu com desenvoltura às perguntas dos juízes e falou sobre seus objetivos na vida. Ela informou que gostaria de ajudar crianças de todas as raças e culturas a atingir seu potencial máximo na vida, a estabelecer elevados objetivos e realizá-los, como ela havia conseguido fazer. Foi notável o fato de que na sua prova sobre talento especial, durante o concurso, ela optou pelo balé. E saiu-se perfeitamente bem.Heather tem sido a porta-voz da Fundação Helen Keller para Pesquisa sobre o Olho e da Fundação Starkey para Aparelhos Auditivos. Escreveu também um livro intitulado “Ouvindo com meu Coração” (Listening with My Heart).Em suas atividades promocionais, Heather tem sido uma oradora que motiva as pessoas a acreditar e a implementar seus sonhos.

Whitestone competiu em muitos concursos de beleza, conquistando o Shelby County Junior Miss. Seu primeiro ano no sistema de Miss América, ela ganhou o título de Miss Estado Jacksonville University, e passou a ser Miss Alabama. Ela ficou ao lado de Miss Virginia (Culen Johnson) nas finais do Miss América, 1995. Quando o primeiro corredor até foi anunciado, Whitestone não podia ouvir o anfitrião Regis Philbin, mas poderia ler seus lábios. Surpresa, ela olhou para sua concorrente para ver confirmação de que havia ganhado. 

Como Miss América Heather apresentou seu S.T.A.R.S. programar todo o país. S.T.A.R.S. significa "Sucesso através da ação e realização dos seus sonhos." S.T.A.R.S. tem cinco pontos que são: atitude positiva, a crença em um sonho, a vontade de trabalhar duro, enfrentando obstáculos e construir uma equipe forte apoio.

Heather também serviu como um membro do conselho executivo do Comitê Presidencial para o Emprego de Pessoas com Deficiência.

Desde a sua Miss America vitória, Whitestone completou seus estudos em Jacksonville State University, onde ela era um membro da fraternidade Alfa Pi Omicron e continuou a promover a sensibilização para as questões surdas. Ela também falou em detalhes sobre seu relacionamento íntimo com Deus, que ela teve desde então ela redescobriu igreja como adolescente. Ela escreveu sobre suas experiências de vida em seu terceiro livro, "Deixe Deus Surpreender Você: Confie em Deus com seus sonhos".

Como voluntária de causas republicanas, falou em convenções nacionais do partido de 1996 e 2000, para os candidatos presidenciais do Partido Republicano Bob Dole e George W. Bush. 

Em 2002, ela gerou controvérsias entre a comunidade surda quando decidiu fazer uma operação de implante coclear, a fim de ouvir a um ponto em sua orelha direita. O aparelho foi ativado em 19 de setembro de 2002. Ela disse que a principal motivação para eleger a cirurgia foi um incidente, quando ela não ouviu os gritos de seu filho para ajudar. Ela disse que não se arrependeu de sua decisão, agradecendo a sua família para apoiá-la. 

Whitestone é uma palestrante motivacional e vive em Saint Simons Island com seu marido John McCallum, que ela conheceu quando ele serviu como um assessor do Congresso para Speaker Newt Gingrich. O casal tem três filhos.

Algumas das realizações de Whitestone incluem:
- Nomeada pelo presidente Bush e confirmada pelo Senado dos EUA para o Conselho Nacional sobre Deficiência - Renunciou em 2010.
- Membro da diretoria da Fundação Helen Keller para Pesquisa e Educação, a partir de 1995-2002.
- Nomeada para o Conselho Consultivo do Instituto Nacional de Saúde de Surdez e Outros Distúrbios de Comunicação, em 2002.
- Apareceu na CNN, Good Morning America do ABC e The View e revista People.

Em 2003, filmou dois anúncios de serviço público para trazer a consciência sobre "Cães para os surdos".

Tornou-se uma porta-voz da Fundação de Amparo à Starkey e para Cochlear da América.

Whitestone já escreveu três livros: "Ouvir com Meu Coração", "Acreditando na promessa", e "Deixe que Deus surpreenda você". Ela também liderou A maior nação da campanha de serviço público de multimídia para identificar perda auditiva precoce, o que foi criado pela Organização Miss América e da Associação Alexander Graham Bell para Surdo



Helena Rubinstein – Empresária nascida em 25/12/1870 na Cracóvia, Polônia, é considerada a primeira cientista da beleza. Criou as bases para a indústria cosmética e fez sucesso ao criar o Crème Valaze à base de ervas para a pele. Abriu seu primeiro salão na Austrália, depois em Londres e Paris. Criou a classificação entre peles seca, normal e oleosa usada até hoje pela indústria de cosméticos, lançou hidratante e pó-de-arroz e inventou o 'Dia da Beleza". Fundou o Helena Rubinstein Pavilion da arte contemporânea em Telaviv, e a Fundação Helena Rubstein, em 1953, que remete fundos para pesquisas em saúde e beleza. Foi casada com o jornalista inglês Edward Titus, com quem teve dois filhos, Roy e Horace, e com o príncipe Artchil Gourielli-Tchkonia. Morreu em 01/04/1965, em Nova Iorque (EUA).
com 18 anos mudou-se para a Austrália onde começou a misturar fórmulas médicas e pomadas. Em 1902 ela abriu o primeiro salão de beleza do mundo em Melbourne. Mais tarde, em 1908, ela abre outro em Londres, e logo em seguida um em Paris, 1912, e Nova York, 1914.
Desde 1917 Helena Rubinstein fabrica e distribui seus produtos em grande escala. Foi a fundadora da Helena Rubinstein, Incorporated e se tornou uma das mulheres mais ricas do mundo.






Helô Pinheiro – Ex-modelo, atriz, jornalista e professora nascida no Rio de Janeiro (RJ) em 07/07/1945, Heloísa Eneida Menezes Paes Pinto foi musa de Vinícius de Moraes e Tom Jobim, que fizeram para ela a música ‘Garota de Ipanema’ nos anos 60. Tom se apaixonou por Helô ao vê-la passando todos os dias para tomar sol na praia. Participou das novelas globais 'Coração Alado' e 'Água Viva'. Em 2001 foi processada pela família de Vinícius e Tom por colocar fotos dos dois numa loja que abriu no Rio de Janeiro. A notícia repercutiu nos Estados Unidos. É casada com o empresário Fernando Pinheiro com quem tem 4 filhos, sendo que o caçula tem problemas mentais.




Heloísa Helena Belém de Assis, Zica - Ex-empregada doméstica, nascida no Rio de Janeiro, filha de lavadeira e pai biscateiro, é empresária, dona de vários salões de beleza na capital carioca, e um no Espírito Santo. Ficou rica depois de desenvolver um produto que deixa os cabelos crespos mais lisos, com cachos definidos. Para chegar ao resultado final, ela fez experiência em pessoas da família, e chegou a vender o carro do marido para abrir seu primeiro salão. Hoje, fatura mais de 18 milhões de reais por ano com a venda do produto. Zica tem sua própria indústria de cosméticos, a 'Cor Brasil', que produz por mês, 50 toneladas de 25 diferentes produtos.






Iman Abdulmajid – Modelo e atriz nascida na Somália, África, em 25/07/1955, filha de diplomata, morou em vários países até ser descoberta por um fotógrafo na universidade de Nairóbi, no Quênia, onde estudava Ciências Políticas. É casada com o roqueiro David Bowie. Atuou nos filmes “House Party 2” e “Star Trek 6”.









Joanne Matuschka – Fotógrafa nascida nos Estados Unidos (EUA), em 1954, aos 45 anos ganhou na Justiça o direito a uma indenização de 2,2 milhões de dólares por ter tido o seio extirpado em 1991 pelo médico Hiram Cody, do hospital Memomrial Sloan-Kettering Cance Center, em Nova Iorque (EUA). Vítima de câncer, ela moveu processo ao saber que o procedimento foi desnecessário. Em 1993 apareceu seminua num auto-retrato estampado na capa da revista semanal do jornal New York Times. O seio intacto apareceu coberto e a mutilação exposta. Virou símbolo das vítimas de mutilações.







Juliana Borges – Artista plástica nascida em Santa Maria (RS), filha de um comerciante e de uma professora, Juliana Dornelles Borges foi Miss Brasil 2001, mas causou polêmica por ter passado por 19 plásticas, entre elas correção das orelhas de abano, implantação de silicone nos seios, lipoaspirações e remoção de sinais na pele. No Miss Universo não conseguiu classificação por causa das cirurgias. O concurso, que estava em decadência, voltar a atrair o País, por causa da polêmica.








Laura Antonelli – Atriz nascida em Pola, Itália em 28/11/1941, Laura Antonaz teve o rosto queimado num tratamento de beleza ao se submeter a um tratamento de injeções anti-rugas à base de colágeno para ficar com uma aparência mais jovem, em 1991. Pediu indenização de 800 mil dólares por danos a saúde, mas os produtores também entraram na Justiça contra ela por ter abandonado os sets de filmagem. Atuou em vários filmes, entre eles ‘Esposamante’.
ntonelli, nome artístico de Laura Antonaz (Pola, 28 de novembro de 1941  Ladispoli, Itália, 22 de junho de 2015), foi umaatriz italiana, popular nas décadas de 1970 e 1980.
Laura era professora de Educação Física em Nápoles quando foi convidada a fazer anúncios para a Coca-Cola, começando então uma carreira artística. Fez seu primeiro filme em 1965, seguido da estréia no cinema norte-americano numa comédia erótica com Vincent Price, começando então uma participação em outros filmes italianos deste genêro, como Malícia, de 1973, comédia picante de grande sucesso de bilheteria[1] que a transformou num sex symbol italiano no início dos anos 70 e elevou seu cachê, por filme, de 4 milhões para 100 milhões de liras.[2]
Laura começou a fazer filmes mais relevantes a partir da metade da década, como O Inocente, de Luchino Visconti e Esposamante, deMarco Vicario, em 1977.
Premiada com um David di Donatello em 1973 e o Nastro d'Argento, premio da crítica cinematográfica italiana, em 1974, Laura continuou a filmar nos anos 80 com diretores como Ettore Scola e Mauro Bolognini, como uma das grandes estrelas italianas da época, até ver sua carreira ser subitamente interrompida em maio de 1991, quando a polícia encontrou 36 gramas decocaína durante uma batida, motivada por denúncia anônima, em sua casa. Acusada de tráfico de drogas, foi condenada à prisão domiciliar de três anos e seis meses. Com sua carreira acabada, Laura lutou quase dez anos contra a condenação na justiça, sendo finalmente inocentada da acusação de tráfico, transformada em dependência química, em 2000.[2]
Para agravar o estado mental da actriz, uma operação plástica mal sucedida, a que se submeteu em 1992, desfigurou-lhe a cara e a outrora bomba sexual tornou-se desde então cada vez mais reclusa, acabando internada na ala psiquiátrica de um asilo sanitário no final de 1996.
Desidiu afastar-se do mundo, retirando-se na sua cada de Ladispoli, onde foi encotrada morta, provavelmente por infarto, por uma colaboradora familiar, na manhã do 22 de junho de 2015.[3]; [4] Foi sepultada em Ladispoli Cemetery,Ladispoli na Itália.[5]











Lily de Carvalho – Socialite nascida na Alemanha, filha de um major do Exército, Lily Monique Lemb foi Miss França em 1938, mas ficou famosa no Brasil por casar-se com o dono da TV Globo, Roberto Marinho, que morreu em 2003. Os dois conheceram-se na juventude, mas se reencontraram 50 anos depois numa festa. Adotou um menino que morreu aos 10 anos de idade.

(Colônia, 10 de novembro de 1920 – Rio de Janeiro, 5 de janeiro de 2011)[3], nascida Lily Monique Lemb, foi uma socialite brasileira, esposa do dono das Organizações Globo,Roberto Marinho.
Filha única da francesa Jeanne Bergeon e do militar britânico Edward John Lemb, Lily Marinho nasceu na República de Weimar (atualAlemanha), no período que o seu pai servia no país, mas foi criada emParis. Embora frisasse a origem europeia, declarava-se brasileira de coração.[4] Na juventude, Lily Marinho quase se tornou atriz.[5] Aos dezessete anos, ficou noiva do jornalista, empresário e fazendeiro brasileiro Horácio Gomes Leite de Carvalho Filho, um dos maioresplayboys brasileiros da época.[6][7][8] Horácio de Carvalho era dono doDiário Carioca, de pelo menos vinte fazendas e de uma mina de ouro.[9]Era filho de Horácio Gomes Leite de Carvalho, neto paterno do 2.° barão de Amparo, neto materno do barão de Monteiro de Barros, sobrinho-neto do visconde de Barra Mansa, do barão do Rio Negro, bisneto do 1.° barão de Amparo, sobrinho-bisneto do barão de Vassouras, daviscondessa de Taunay, da viscondessa de Uberaba, trineto do barão de Paraopeba, do 1.° barão de Itambé, sobrinho-trineto do barão de Itamarandiba, do visconde de Congonhas do Campo, e sobrinho-tetraneto do barão de Aiuruoca.[10]
Chegou ao Rio de Janeiro um ano depois, contrariando o pai e sendo apoiada pela mãe. Lily e Horácio tiveram um filho, Horácio Gomes Leite de Carvalho Júnior, e viveram quarenta e cinco anos juntos. Entretanto, em 1966, Horacinho morreu em um acidente de carro aos vinte e seis anos, em companhia da cantora Sylvia Telles. Sete meses depois, aconselhada por sua amiga Sarah Kubitschek, Lily adotou um bebê, João Baptista.[11]
Foi após seu segundo casamento em 1991, com o jornalista Roberto Marinho, que Dona Lily, como é chamada, tornou-se uma figura nacionalmente conhecida. Eles se conheceram em 1942, na propriedade do empresário noCosme Velho, quando a socialite ainda era casada com seu primeiro marido. Marinho apaixonou-se à primeira vista por Lily, mas omitiu o sentimento até a morte de Horácio, em 1983. Os detalhes deste primeiro encontro, tais como sua roupa, jóias e o jeito de cruzar as mãos, foram contados mais tarde à Lily pelo próprio Roberto, que se separou de sua segunda esposa, Ruth Albuquerque. Lily e Roberto Marinho se reencontraram no jantar de aniversário de uma amiga em comum, Helô Guinle.
ixadora da Boa Vontade da Unesco, Lily Marinho desenvolveu projetos sociais e era apaixonada pelas artes, presidindo as comissões de honra das exposições de Rodin, Picasso, Camille Claudel e Monet no Brasil. Pelo apoio e pela promoção da cultura, Dona Lily foi condecorada pelo governo da França com a Legião de Honra e homenageada pelo Ministério da Cultura do Brasil (MinC).[13]
Sua decisão de homenagear Roberto Marinho veio em 3 de dezembro de 2003. A partir daí, Lily debruçou-se sobre cartas, fotografias de casamento de catorze anos e, durante quatro meses, mergulhou nas lembranças revivendo, com saudade, momentos inesquecíveis. Escreveu em francês. Foram três meses de tradução, releituras e correções e, onze meses depois, o livro Roberto & Lily estava concluído.
Em maio de 2008, Lily Marinho decidiu colocar jóias, obras de arte (incluindo quatro telas de Portinari), móveis, entre outros bens, a leilão, para evitar disputas entre seus herdeiros: o filho adotivo João Baptista, os quatro netos e quatro ex-noras. Curiosamente, neste mesmo ano, Lily havia dito que fizera isso pois teria apenas mais três anos de vida. E estava certa. Seu retrato feito por Kees van Dongen foi vendido pela Sotheby's por 685 mil dólares.[14]
D. Lily Marinho costumava organizar recepções para personalidades importantes em sua mansão no Cosme Velho, como a rainha Sílvia da Suécia, o ditador Fidel Castro, o príncipe Joaquim da Dinamarca e sua consorte, a princesa Maria, condessa de Monpezat, etc.[15] Nos últimos meses de vida, destacou-se pelo apoio dado à eleição da candidata à presidência da República, Dilma Rousseff, que também recebeu em sua mansão no Cosme Velho.[16] Lily também foi recebida pelo príncipe Filipe, duque de Edimburgo, para tomar um chá no Palácio de Buckingham, emLondres. Lily ficou amiga do consorte da rainha Isabel II quando ambos se conheceram em um jantar para 20 pessoas em Genebra, Suíça, oferecido por sua amiga Lily Safra.[17] Referindo-se ao duque de Edimburgo, D. Lily declarou:
Lily faleceu no dia 5 de janeiro de 2011, aos 90 anos de idade, na Clínica São Vicente, no Rio de Janeiro, vítima de falência múltipla de órgãos[19], decorrente de uma infecção respiratória. Foi enterrada no dia seguinte, na tumba de seu filho, no Cemitério de São João Batistm 17 de junho de 2011 foi inaugurado pelo prefeito Eduardo Paes o Espaço de Desenvolvimento Infantil Lily Marinho, localizado no bairro do Catumbi, na saída do Túnel Santa Bárbara sentido Zona Norte. Na cerimônia de inauguração foi plantada a flor de sua preferência no pátio da creche. A neta de Roberto Marinho, Flávia Marinho, e o superintendente da Fundação Roberto Marinho, Nelson Savioli, foram ao evento representando a família.






Linor Abargil - Miss Mundo 1998 nascida em 1979, A israelita de 18 anos encontrava-se em Milão, em Novembro de 1998, a assistir a um desfile de moda, quando foi sequestrada e mantida por duas horas num automóvel. Shlomo Nour, um israelita proprietário de uma agência de viagens, casado e pai de três filhos, espancou a jovem, amordaçou-a com fita adesiva e violou-a por diversas vezes. Sete semanas depois Linor Abargil foi eleita Miss Mundo 1998, nas ilhas Seychelles. A jovem modelo aproveitou o recém-adquirido estatuto do título para revelar ao mundo a experiência passada e para se tornar num exemplo vivo para milhares de mulheres ansiosas por romper com anos de repressão e de silêncio. Shlomo Nour foi mais tarde julgado. O tribunal encarregue do processo autorizou, a pedido de Abargil, a publicação do conteúdo do processo e dos detalhes do crime.
Nascida em Netanya, Israel, Linor Abargil teve uma infância normal e nunca pensou em ser modelo. Até que, aos 18 anos, o namorado decidiu seguir a profissão e, nas idas e vindas pra agência, a israelense acabou conseguindo um contrato. Quando o concurso de Miss Israel precisou de uma substituta pra mais forte candidata, foi Linor a escolhida. E venceu: levou pra casa a coroa e título de mais bela. De lá para a carreira em Milão, foi um pulo. Mas o que a garota queria mesmo era voltar pra casa. agência responsável pela carreira de Lionor na época apresentou-a um hebreu agente de viagens, que garantiu-lhe ajudar na volta para Israel. Só que, segundo ele só haviam voos disponíveis saindo de Roma. Confiante e ingênua, Linor topou ir de carro com ele até a capital italiana. "Nunca passou pela minha mente que este 'bom' homem iria me prejudicar. Mais tarde, percebi que este ato foi cuidadosamente planejado e que não foi o primeiro que seria prejudicado por ele. A visão daquela noite terrível visitou meus pesadelos por muitos anos. Ele pegou uma estrada isolada, dizendo-me que era um atalho", contou ela para o jornal The Daily Beast. O que Linor não contava era que o cara levava consigo uma faca, uma corda e um saco plásticoO céu e o inferno
O ano era 1998. Enquanto se preparava para concorrer ao Miss Universo, Linor mantinha os pés no chão, já que Israel nunca havia vencido. Ao mesmo tempo em que representava o país, a garota tentava esquecer o estupro. Tamanha foi sua surpresa quando, na noite do concurso, ouviu no microfone: “A vencedora é...Miss Israel”. Linor voltou para sua cidade como uma heroína e ícone de inspiração. O caso da agressão deveria ser abafado pela polícia, aconselharam seus agentes. Mas ela não abria mão de contar sua história para o mundo. Em 2008, teve a ideia de fazer um documentário autobiográfico, que mostrasse também histórias de outras mulheres que sofreram abusos sexuais. Voltou a Milão, entrevistou outras ex-modelos, se emocionou. Hoje, o doc “Admirável Miss Mundo” virou seriado no Netflix e quanto a Linor...está casada, com três filhos e vai até o fim na batalha contra a violência sexual. “Quando venci o Miss Universo, me vi numa situação de céu e inferno. O paraíso era o que estava vivendo, bem-sucedida. O inferno estava dentro de mim. Hoje, não existe mais inferno. Agora, o céu é o limite”, concluiu a israelense na entrevista






Luma de Oliveira – Ex-modelo e ex-empresária nascida em Nova Friburgo (RJ) em 04/12/1965 filha de um ferroviário, irmã da atriz Isis de Oliveira, gosta de fazer polêmica com suas roupas e frases bombásticas. Diz que “adora ser Amélia” e já saiu na Playboy vestida com avental de empregada. Durante um desfile de Carnaval da Viradouro em 1998 apareceu vestida de pantera com uma coleira no pescoço que tinha o nome do marido. O ato foi condenado pelas feministas do país. No Carnaval de 2005 alegou que não desfilaria porque estava grávida, mas depois desmentiu a notícia, o que causou escândalo, pois acreditava-se que ela estaria tendo um romance com um bombeiro. Atuou como atriz nas novelas ‘O Outro’ e ‘Meu Bem Meu Mal’, além do filme ‘Boca de Ouro’. Foi casada com o empresário Eike Batista, com quem tem dois filhos.
Luma de Oliveira é a última dos seis filhos de José Luiz Bedas de Oliveira e de Maria Luíza de Castro Oliveira, sendo seus avós paternos Severino Augusto de Carvalho Oliveira e Elverita Maria Naegele de Oliveira, e os avós maternos João Baptista de Castro e Souza e Alcina Teixeira de Castro.[3]
Foi criada em Niterói. Estreou na carreira de modelo aos 16 anos, conhecida inicialmente como a irmã mais jovem, da consagrada atrizÍsis de Oliveira, foi apresentada dessa forma em ensaio interno para a revista Playboy, em agosto de 1984, na edição estrelada por Lucinha Lins. Realizou trabalhos na Alemanha, França e no Japão, mas no Brasil continuava à sombra da irmã famosa, mesmo sendo uma competente profissional das passarelas.
Ganhou notoriedade em todo o País, como musa de desfiles apoteóticos de carnaval por diversas escolas do Rio de Janeiro.[4][5][6]Estreou na avenida como passista da Portela, em dois desfiles, no início da década de 80,[7] sem grande repercussão, pois sua beleza se perdeu na multidão das alas. Em 1987, sua primeira vez como madrinha de bateria, encantou a Marquês de Sapucaí com os seios à mostra, naCaprichosos de Pilares[8] (onde voltaria a desfilar em 1990 e 2005). Em 1993 e 1994 saiu pela Mangueira, única escola que não ocupou o posto de rainha de bateria. Em 1998, na Tradição(onde desfilou também em 1988, 1989, 1994, 1995 e 1996), virou polêmica nacional ao desfilar com uma coleira com o nome do então marido Eike Batista,[9] foi criticada por estar difundindo uma imagem de submissão feminina, seu argumento era de que "mulher submissa não desfila em escola de samba". Em 2001, pela Viradouro, escola que desfilou por cinco anos[10] (de 1999 a 2003), parou a passarela ao se ajoelhar na frente da bateria durante a sensacional paradinha dos ritmistas, a musa encarnou o pecado da luxúria,[11] acompanhada pela primeira vez do marido.[12] Em 2004, desistiu de sair à frente da bateria da Mocidade Independente de Padre Miguel, alegando uma falsa gravidez,[13] numa tentativa de salvar seu casamento. Em 2005, nova tentativa de polêmica, ao retornar aCaprichosos[14] com um par de algemas no pescoço.[15] Em 2008, desistiu de sua candidatura para presidência da Viradouro, que não havia sido bem recebida por muitos integrantes da escola.[16] Após um intervalo de três anos ausente no sambódromo,[17][18] retornou em 2009, pela Portela.[19][20][21] Em 2010, não desfilou, pois não pode comparecer a todos os compromissos necessários para o posto.[22] Em 2011, informou que não desfilaria mais no carnaval.[23] Em 2012, foi enredo da escola de samba Estácio de Sá.[24]
Realizou ensaios sensuais para revistas masculinas, sendo cinco vezes capa[25] da Playboy, em setembro de 1987, março de 1988 (Miss Playboy Internacional, título atribuído por jurados de vários países), março de 1990 (A Mulher da Década),[26] maio de 2001[27] e janeiro de 2005, estampou também a capa da edição brasileira comemorativa dos 50 anos da mesma revista.[28] Antes desistira de estrelar a primeira edição da revista do ano 2000, sendo substituída porVera Fischer.[29] Luma foi ainda capa da VIP, em janeiro de 2000. Esteve presente na lista das cem mulheres mais sexy do mundo da VIP nos anos de 1998, 1999, 2000, 2002, 2003 e 2006, além do oitavo lugar em 2001, sua melhor colocação no ranking anual da revista. Foi considerada também a mulher mais sexy da revista Isto É Gente em 2001,[30] constando ainda no ranking dos anos de 2000 e 2005.
Como atriz, Luma fez duas novelas no horário nobre da Rede Globo, foi a sensual aspirante a modelo Dedé de O Outro, escrita por Aguinaldo Silva e a garota de programa e aprendiz de espiã Ana Maria em Meu Bem, Meu Mal, papel que abandonou devido a sua primeira gravidez. No período entre as duas personagens, Luma recebeu convites para as novelas: Top Model, Olho por Olho, Kananga do Japão e Pantanal, onde seria a Guta, porém recusou a todos. No cinema, fez dois filmes dos Trapalhões e protagonizou Boca de Ouro, de Walter Avancini.[31] Em 2004, foi cotada para viver a sambista Nalva Ferrari, na novela Senhora do Destino, de Aguinaldo Silva,[32] porém o papel ficou com Tânia Kalil.[33] Em 2005, desistiu de fazer, no cinema, o papel que foi de Sônia Braga no clássico de Nelson Rodrigues, "A Dama do Lotação". A produção do final dos anos 70 foi uma das maiores bilheterias do cinema nacional. Luma alegou que o filme poderia causar constrangimentos aos seus filhos adolescentes.[34][35] Recusou também o convite do cineasta Fábio Barreto, que queria que Luma estrelasse a versão brasileira do seriado Desperate Housewives, dirigido por ele.[36]
Como empresária, atuou no ramo de cosméticos, através da FLX Consultoria e Franchising Ltda., que detinha amarca fantasia Clarity,[37] fundada em 1994, em Belo Horizonte,[38] a empresa foi vendida em 2001 com prejuízo e em 2004, foi condenada a indenizar algumas ex-franqueadas por quebra de contrato, por não ter mantido exclusividade de seus produtos, como previam as cláusulas.[39]
Foi capa de inúmeras revistas, tais como Manchete, Isto É, Veja, Quem, Isto É Gente, Caras, Boa Forma, entre outras, além dos álbuns musicais das novelas Meu Bem, Meu Mal e O Outro. Em 1987, foi homenageada pelo cantorWando, com a música "Eu já tirei a sua roupa". Participou de diversas campanhas publicitárias, com destaque para os comerciais de televisão das sandálias Havaianas[40] e iogurte Corpus da DanoneNos anos 80, namorou por cinco anos, o paulista João Carlos, piloto da Varig. Em 1990, teve um romance conturbado de sete meses com o ex-jogador e atual técnico Renato Gaúcho.[61][62] Em 2006, assumiu namoro com o delegadoFernando Moraes, com quem estava junto desde fevereiro de 2005,[63] o relacionamento durou cerca de um ano e meio. Em 2007, namorou o jovem modelo e estudante de relações internacionais João Fabrício Venâncio de Oliveira.[64] Em 2008, teve um relacionamento com o tenente-capitão da Marinha, Renato Melgaço.[65] Desde 2009, namora o engenheiro João Henrique Lemos Lucid



Margaux Hemingway - Modelo nascida em 16/02/1954 em Portland, Oregon (EUA), neta do escritor Ernest Hemingway e irmã da atriz Margret Hemingway, foi a modelo mais bem paga do mundo nos anos 70. Atuou em vários filmes em Hollywood. Deprimida, suicidou-se com remédios em 01/07/1996, em Santa Mônica, Califórnia (EUA).


acionais dos anos 1970 e 1980, também com incursões pelo cinema, em seu auge, na segunda metade da década de 70, foi capa da revista TIME simbolizando a nova geração de modelos da época, chamada de "a face uma nova geração da moda, tão reconhecida e memorável como Lisa Fonssagrives e Jean Shrimptonantes dela" e alcunhada pela revista Vogue norte-americana de "Novasupermodelo de Nova York", a primeira vez que esta expressão foi usada para uma modelo dos Estados Unidos. Foi também a primeira modelo do mundo a ter um contrato de publicidade de 1 milhão de dólares, no caso, com a empresa de cosméticos Fabergé
Margaux nasceu no estado do Oregon, filha de Byra Louise (Puck) e Jack Hemingway (filho mais velho do escritor), segunda de três filhas, as outras duas Joan e Mariel, e foi criada com as irmãs na fazenda do avô Ernest em Ketchum, no estado de Idaho. Batizada como Margot, ao saber que o que seus pais bebiam na noite em que foi concebida era o vinho francês Château Margaux, trocou seu primeiro nome para Margaux para igualar-se ao famoso vinho.[1]
Uma figura estatuesca de 1,82 m de altura, com um grande sorriso e uma força que podia deslocar um pulso num cumprimento de mão,[3] criada na infância com a saúde de alguém vivendo no ar puro de uma fazenda do centro-oeste dos EUA, bebendo leite de vaca na fonte e comendo alimentos não-industrializados, foi descoberta na adolescência por amigos da família ligados ao mundo da moda e do entretenimento que a apresentaram às grandes editoras, estilistas e fotógrafos de moda de Nova York. Mudou-se para lá aos 19 anos, levada por seu descobridor e primeiro marido, Erroll Wetanson, sem completar o ensino secundário em Idaho.[3]
Posou para revistas como Vogue, ELLE, Harper's Bazaar, Cosmopolitan, entre outras. Em seu auge, Margaux era frequentadora habitual do Studio 54, em Nova York, clube noturno e discoteca da moda na época, onde sempre estava em companhia de celebridades como Liza Minelli, Bianca Jagger e Andy Warhol. Foi neste ambiente que começou um vício em drogas e álcool que a acompanharia até a morte.[3] Seu contrato com a Fabergé foi o primeiro na casa de um milhão de dólares conseguido por uma modelo.[3] Sua estreia no
unda metade dos anos 80 sua carreira de modelo havia despencado, já tinha feito um pedido de falência pessoal e se viu obrigada a participar defilmes B em Hollywood de baixo orçamento e qualidade duvidosa, produzidos diretamente para vídeo. Em 1988, deu entrada no Betty Ford Center para tratar-se de alcoolismo e de 25 kg a mais de peso que tinha conquistado nos últimos anos, após uma crise de depressão depois de um acidente de esquina Áustria, onde também quebrou quatro vértebras.[6] Margaux nunca lidou bem com a forma como foi transformada numa celebridade instantânea global assediada por todos e usou da bebida como escapismo. Em 1990, tentando uma volta ao sucesso, posou para a revista Playboy, com o texto de sua matéria escrito por ela mesma, uma autoanálise do que teria dado certo ou errado em sua vida profissional[7] e já no fim da casa dos 30 anos ainda tentava conseguir papéis que exploravam a beleza física e a juventude, quando sua aparência já era de alguém em processo de envelhecimento. O fato da irmã mais nova ter conseguido sucesso na vida pessoal, tendo um casamento e uma família montadas – Margaux casou-se e separou-se duas vezes e não teve filhos – e ter se tornado uma estrela de cinema e televisão, causou-lhe profunda depressão e falta de autoestim
Margaux foi encontrada morta em seu apartamento em Santa Mônica, Califórnia, na manhã de 1 de julho de 1996, já com o corpo em decomposição,[1] um dia antes dos 35 anos da morte do avô famoso, em 2 de julho de 1961. O laudo necrológico da polícia de Los Angeles estabeleceu sua morte como causada por suicídio devido a uma overdose deFenobarbital, um barbitúrico anticonvulsivo. Apesar da rejeição inicial da família à hipótese de suicídio, anos depois ela passou a aceitá-lo, como declarou sua irmã Mariel em 2005, durante entrevista ao programa Larry King Live.[8]Suas cinzas foram espalhadas na mesma fazenda onde passou a infância, em Ketchum, Idaho, na sombra domemorial existente de seu avô Ernest Hemingway. Também um suicida.[3][9]




Mara Gabrilli – Psicóloga e publicitária nascida em São Paulo (SP), Mara Cristina Gabrilli ficou tetraplégica após um acidente de carro em 1995. Em 2001, posou de lingerie numa cadeira de rodas para um calendário, sendo a primeira deficiente física a mostrar o corpo. Atualmente, faz campanhas e se empenha em ajudar cientistas a descobrir a recuperação da medula fraturada, além de continuar trabalhando em seu consultório, e ser colunista da revista TPM. Criou uma ONG que hoje reúne 52 atletas com limitações. Foi a vereadora mais votada do PSDB paulista em 2006 e assumiu a secretaria criada pelo prefeito José Serra para administrar projetos que melhorem a vida de deficientes.
ra Cristina Gabrilli (São Paulo, 28 de setembro de 1967) é umapsicóloga, publicitária e política brasileira, e filiada ao PSDB.
Fundou em 1997 o Instituto Mara Gabrilli, que desenvolve programas de defesa de direitos das pessoas com deficiência, promove oDesenho Universal e fomenta projetos esportivos, culturais e pesquisas científicas. Mara comanda os programas de rádioDerrubando Barreiras: acesso para todos (Estadão/ESPN) e o Momento Terceiro Setor (Trianon AM). É colunista da revista TPM (Trip Editora) há doze anos, cujas 50 melhores crônicas foram reunidas no livro Íntima Desordem – os melhores textos na TPM(Arx/Versar). Também mantém colunas nos jornais Diário de São Paulo, Jornal da AME, Inclusão Brasil, na revista Sentidos (Escala) e nos portais Mobilize, Nextel, Vida Mais Livre, Congresso em Foco, Blog do Guilherme Bara e no site iSocial.
Ex-vereadora na Câmara Municipal de São Paulo (2007-2010) foi reeleita em 2008 como a mulher mais votada do Brasil com 79.912 votos. Foi a primeira titular da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida (2005-2007) da cidade de São Paulo.

Atualmente é deputada federal por São Paulo, eleita com 160.138 votos. Na Câmara dos Deputados é membro titular da Comissão de Educação e Cultura, é suplente da Comissão de Seguridade Social e Família e da Comissão do Plano Nacional de Educação (PNE), e integra a Frente Parlamentar Mista do Congresso Nacional em Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência.
Foi consultora do livro Vai encarar? - A Nação (quase) invisível das pessoas com deficiência (Melhoramentos), de Claudia Matarazzo, e colaborou com o capítulo: “Educação para Todos: uma questão de direitos humanos” no livro Educação 2010 – as mais importantes tendências na visão dos mais importantes educadores, entre participações em outras publicações. Em reconhecimento a sua atuação, em 2011, foi avaliada como a terceira melhor deputada federal por VEJA e o Núcleo de Estudos do Congresso, do Rio de Janeiro. Também foi eleita Paulistana do Ano (2007) pela revista Veja São Paulo, figurou entre os Cem Brasileiros Mais Influentes de 2008 das revistas Isto É e Época, e foi finalista do Prêmio Claudia na categoria Políticas Públic
Mara Gabrilli sofreu um acidente de automóvel, em 1994, que a deixou tetraplégica. Passou cinco meses internada – dentre os quais dois em respirador artificial – e recebeu uma nova condição para a vida: a impossibilidade de se mexer do pescoço para baixo.
Três anos depois, fundou uma organização não-governamental com o objetivo de melhorar a qualidade de vida das pessoas com deficiência. Entre as conquistas recentes do Instituto Mara Gabrilli estão o projeto Cadê Você?, que localiza pessoas com deficiência em comunidades carentes e oferece recursos para melhorar sua qualidade de vida; o patrocínio da vinda de uma cientista indiana para trocar experiência com a pesquisadora da Universidade de São Paulo (USP) Lygia Pereira, o que resultou na primeira linhagem brasileira de células-tronco embrionárias, a BR-1; a ida de três atletas do IMG às Paraolimpíadas de Pequim e o projeto Natação Paraolímpica.
Como primeira titular da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida (SMPED), criada emabril de 2005, Mara desenvolveu dezenas de projetos na cidade de São Paulo em infra-estrutura urbana, educação,saúde, transporte, cultura, lazer, emprego, entre outros. Isso resultou no aumento de 300 para cerca de 3 mil do número de ônibus acessíveis; na reforma de 400 quilômetros de calçadas adaptadas, inclusive na Avenida Paulista, que se tornou modelo de acessibilidade na América Latina; na criação de 39 núcleos municipais de reabilitação e saúde auditiva; no emprego de mais de mil trabalhadores com algum tipo de deficiência; nas versões em braile ou áudio de todos os livros das Bibliotecas Municipais (Ler pra Crer); na ida de 14.000 pessoas com deficiência aocinema, teatro e exposições; entre outros. Estes números só vêm crescendo nas gestões que a sucederam na Prefeitura.
Em atuação na Câmara Municipal de São Paulo, entre fevereiro de 2007 e janeiro de 2011, protocolou 60 projetos de lei. Sete foram aprovados e são Leis Municipais. Destacam-se os que criam os importantes programas para a metrópole como a Central de Intérpretes de Libras e Guias-Intérpretes para Surdocegos (Lei 14.441/2007); o que torna Lei o Programa Municipal de Reabilitação da Pessoa com Deficiência Física e Auditiva, determinando a implantação de novos serviços de reabilitação nas 31 subprefeituras (Lei 14.671/2008); o Plano Emergencial de Calçadas (PEC), que permite que a Prefeitura reforme e revitalize as calçadas em vias estratégicas onde estão localizados os serviços públicos e privados essenciais à população – correios, escolas, hospitais, etc (Lei 14.675/2008); a que cria o Programa Censo Inclusão, que prevê um levantamento detalhado com perfil sócio-econômico dos cerca de 1,5 milhão de pessoas com deficiência na capital paulistana (Lei 15.096/2010).
Com a experiência acumulada em ajudar a melhorar a vida das pessoas com deficiência na cidade de São Paulo, Mara decidiu expandir esse trabalho para todo o País e candidatou-se a deputada Federal. Como parlamentar pretende discutir e ampliar questões como inclusão educacional, acesso ao SUS, acessibilidade e pesquisas científicas em âmbito nacional: "Como vereadora esbarrava diariamente em questões de legislação nacional. São cerca de 30 milhões de brasileiros com algum tipo de deficiência e é preciso aumentar a conscientização das pessoas e realizar efetivas transformações, através de um trabalho específico nessa legislação."
Imbuída dessa missão, foi relatora da Medida Provisória 550/11, que permite à União conceder subvenção econômica para bancos federais em financiamentos de bens e serviços de tecnologia assistiva (aqueles destinados a pessoas com deficiência). Além disso, nesse primeiro ano de atuação na Câmara dos Deputados, Mara ainda contribuiu com emendas aos textos de outras Medidas Provisórias importantes, favorecendo a inclusão social e a acessibilidade nos programas Minha Casa, Minha Vida 2, PRONATEC, Cinema Perto de Você, Lei Geral da Copa 2014 e Plano especial de recuperação da rede física escolar pública.
Entre seus primeiros Projetos de Lei protocolados estão a obrigatoriedade de observância à Lei de Cotas para as empresas concorrentes em licitações públicas, a ampliação de serviços de saúde para pessoas com doenças neuromusculares no SUS e a oferta de almofadas contra úlcera de pressão no SUS, e a mudança no Código Brasileiro de Trânsito visando agravar a multa para quem utiliza irregularmente as vagas de estacionamento exclusivas para pessoas com deficiência, entre outros




Marjorie Andrade – Modelo e atriz nascida em São Paulo (SP), começou a carreira na adolescência e fez sucesso nos Estados Unidos, onde mora. Atualmente apresenta um programa de variedade em Nova Iorque. No Brasil participou da novela 'Xica da Silva', de 1996. Foi casada duas vezes e tem dois filhos. Namorou o piloto Ayrton Senna.arjorie Cezar de Andrade é uma ex-modelo e atriz brasileira, radicada em Nova Iorque. Com olhos azuis e longos cabelos castanhos, foi muito requisitada na década de 80, e uma das primeiras modelos brasileiras a fazer sucesso internacional. Posou para a capa de inúmeras revistas nacionais e estrangeiras, entre elas Manchete, Esquire, Voguee Playgirl.
Residindo há muitos anos nos Estados Unidos, decidiu seguir carreira artística, graduando-se pelo Instituto de Cinema de Hollywood, na Califórnia. No cinema, atuou em H.O.T.S. (1979), Velocity Rules, Monaco Travelogue, Open Fire(1995) e Dracula's Sister. Na televisão, participou de Anos Rebeldes (1992), no papel de Maria Isabel Soares; Xica da Silva (1996), no papel de Amélia de Sepúlveda Toledo, e apresentou o programa NFL All Star Comedy Blitz. Teve um relacionamento curto com Ayrton Senna.
Desde 1998 Marjorie Andrade representa a Associação das Nações Unidas-Brasil junto ao Secretariado da ONU e à Federação das Associações das Nações Unidas (WFUNA).







Marla Hanson – modelo nascida em 18/06/1961 em Independente, Estado de Missouri (EUA) teve o rosto retalhado pelo maquiador Steven Roth, dono do apartamento onde morava. O motivo do crime seria o seguro do aluguel que o criminoso queria de volta. Assim que ela saiu da cirurgia, deu uma entrevista coletiva e permitiu que fotografassem seu rosto. Disse que estava feliz por estar viva e que em breve voltaria a trabalhar. Durante a recuperação das cirurgias, fez campanhas de lingeries aparecendo de costas. O criminoso foi preso.







Martha Rocha – Pintora, cantora e Miss Brasil 1954 nascida em 19/09/1936 em Salvador (BA), filha do engenheiro Álvaro Rocha, Maria Martha Rocha Piano perdeu o Miss Universo por causa de duas polegadas a mais nos quadris. Casou-se duas vezes: com o empresário Ronaldo Xavier e com o banqueiro português Álvaro Piano, que morreu num acidente de avião, quando ela tinha 23 anos. Tem 3 filhos. Em 1998 perdeu todas as economias ao emprestar dinheiro para um cunhado. Sua vida é contada no livro “Martha Rocha - uma Biografia”. Nele, conta que quando foi miss não era virgem, que fez 15 abortos e que apanhava do segundo marido. A partir de 1996, passou a aparecer em júris de concursos de beleza, tornando-se a primeira miss a cobrar cachê para aparecer em programas de TV. Mora em Volta Redonda (RJ)
Maria Martha Hacker Rocha[1] (Salvador, 19 de setembro de 1936) é uma rainha da beleza brasileira, eleita em 1954 a primeira Miss Brasil.
Ela é a sétima filha do casal Álvaro Rocha e Hansa Rocha. Aos 18 anos, participou do concurso Miss Bahia, venceu e logo após tornou-se Miss Brasil. Em julho de 1954, chegou aos Estados Unidos e pesquisas já a consideravam eleita a Miss Universo. Martha ficou em 2º lugar e diz a lenda que a perda do o título de Miss Universo para a americana Miriam Stevenson se deveu a duas polegadas a mais nos quadris. O segundo lugar deu a Miss a fama absoluta.
Depois do concurso, Martha Rocha tornou-se referência nacional de beleza.
A história das duas polegadas foi uma invenção de jornalista João Martins da Revista "O Cruzeiro" do Rio de Janeiro[2]para consolar o orgulho brasileiro. Tudo foi combinado com os demais jornalistas brasileiros que estavam em Long Beach. A própria Martha autorizou a versão, conforme consta de sua autobiografia[3]. Segundo Martha, "nem eu soube se essa história de duas polegadas teria sido verdade mesmo"[4].
Como fato curioso, em 1956 a Chevrolet lançava no Brasil a picape 3100 com duas polegadas (5 cm) a mais na distância entre eixos que nos modelos convencionais. O utilitário é ainda hoje apelidado de Marta Rocha.
A Miss casou-se cedo com o banqueiro português Álvaro Piano e com ele teve dois filhos Álvaro Luis e Carlos Alberto Piano. Pouco depois, seu marido faleceu em um acidente de avião. Voltou ao Brasil com 23 anos e em 1961 casou-se com Ronaldo Xavier de Lima e teve uma filha Claudia Xavier de Lim
A partir de 1996, passou a aparecer em júris de concursos de beleza se tornando a primeira miss a cobrar cachê para tanto. Em entrevista publicada em abril de 2006 pela revista IstoÉ, Martha explicou que era uma necessidade, pois no ano anterior perdera todo o dinheiro que tinha com a falência de uma instituição financeira (a Casa Piano) comandada à época por um de seus familiares no Rio de Janeiro.
Em 2000, descobriu ser portadora de câncer de mama após assistir a uma reportagem televisiva sobre mutirões desaúde que promoviam o autoexame. A partir daí, Martha passou a ter outro estilo de vida. Nessa época, mudou-se do Rio para Volta Redonda, onde reside um de seus filhos.
Em 2004, Martha foi homenageada com uma exposição itinerante de fotos de sua trajetória como Miss Brasil. Nesse ano, o concurso chegava ao seu 50º aniversári





Nadine Georgine Payot - Cosmetóloga e médica nascida em Odessa, Ucrânia em 1887, Nadia Gregoria Payot ficou conhecida como Dra. N.G Payot. Em 1914, ao casar-se com um engenheiro francês, foi morar com ele na Argentina e depois em Nova Iorque, onde conheceu a dançarina russa Ana Pawlova. Ao fazer uma avaliação estética na dançarina, observou que o rosto dela estava flácido e passou a se interessar por esta área. Desenvolveu uma técnica de massagem com as pontas dos dedos e um creme nutritivo. Em 1927 voltou para a França e fundou um laboratório especializado em produtos cosméticos. Mais tarde, fundou uma escola de beleza, formando esteticistas. Payot e seu filho, fundaram um Instituto Pedagógico para crianças com dificuldades de aprendizagem. Morreu na Suíça em 1966, aos 89 anos de idade.a, 1887  Suíça, 1966), mais conhecida como Drª Payot, foi uma cosmetologista ucraniano-frances
Em 1917, morando em Nova York,[2] conheceu a dançarina russa Ana Pavlova. Ao fazer uma avaliação estética da dançarina, Dra. Payot observou que ela tinha um corpo escultural, porém sua face estava flácida e com rugas.[1] Essa avaliação fez a doutora descobrir sua vontade de trabalhar com a beleza e se tornar uma esteticista.[1] A partir daí, ela desenvolveu uma técnica de massagem com as pontas dos dedos e cremes nutritivos, um revolucionário tratamento cosmético, e trabalhando em salões de beleza nos Estados Unidos, difundiu a técnica, tornando-se muito conhecida.[1]
Em 1920, voltou com seu marido para França, onde fundou um laboratório no qual químicos especializados formulavam produtos cosméticos sobre sua supervisão na «Rue Richepanse».[1] O sucesso foi enorme fazendo com que Dra. Payot abrisse, em 1937, seu primeiro Instituto de Beleza na «Rue de Castiglione».[2][1] Mais tarde, fundaria uma escola de beleza, formando esteticistas.[1]



Naomi Campbell – Modelo nascida em 22/05/1970 em Londres, Inglaterra, é a modelo negra mais bem paga do mundo, sendo a primeira a estampar as páginas da revista Vogue . Ficou conhecida como o “Cisne Negro”. Mestiça de japonês com africano, ganhou fama também por causa das brigas com os namorados. Desde os anos 90 vive entre Brasil e Paris.
Naomi Elena Campbell[1][2] (Londres, 22 de maio de 1970) é uma supermodelo e atriz britânica.
iniciou a carreira de manequim aos 15 anos, quando foi descoberta no parque de Covent Garden por um agente da Elite Model estadunidense, John Casablancas. Quando passava nas imediações da prestigiada escola de arte Italia Conti onde Naomi aprendia dança clássica, Casablancas não pôde deixar de reparar na beleza da jovem que misturava traços jamaicanos e chineses.[3] Começou aí a sua meteórica ascensão até a fama, que levou um grande impulso em agosto de 1986, ao aparecer na capa da versão britânica da revista de moda Elle. Mudou-se então para Paris, com o intuito de desenvolver a sua imagem.
Em 1988, quando já era muito solicitada por diversos costureiros, como Versace (o seu maior impulsionador) e Ralph Lauren, foi a primeira mulher negra a aparecer nas capas das revistas Vogue francesa e inglesa e ainda na TIME. Mudou-se no ano seguinte para Nova Iorque, onde passou a viver, não demorando muito tempo a aparecer na capa da Vogue norte-americana. Em 2008 surpreendeu ao posar com os seios à mostra para a edição de dezembro da Vogue russa.[4]
Em 1991, surgiu junto com Eva Herzigova numa campanha para a marca Guess.
A marca de pneus Pirelli, que todos os anos escolhe uma top model para ilustrar os seus famosos calendários, optou por Campbel em 1995. Nesse mesmo ano, a modelo inglesa gravou um CD intitulado "Babywoman", que vendeu mais de um milhão de cópias.[3] Ainda em 1995 lançou o livro Swan, que conta uma história de suspense envolvendo cinco manequins e as suas viagens à volta do mundo. Publicou também um livro ilustrado com as suas melhores fotos, cujos lucros revertem para a Cruz Vermelha da Somália. Campbell contribuiu igualmente, através da UNESCO, com fundos para a construção de jardins de infância em países pobres.
Em 1997 foi dispensada da função de porta-voz de uma associação de proteção de direitos dos animais, depois de ter vestido uma peça de roupa em pele numa passagem de modelos em Milão.
Em 2002, desfilou para Jean Paul Gaultier no espetáculo que o costureiro apresentou depois da despedida oficial deYves Saint Laurent. A manequim desfilou com as mãos nos seios desnudados. Nesse ano, juntamente com as top models Elle Macpherson e Claudia Schiffer, tornou-se sócia da cadeia de restaurantes "Fashion Café".
Naomi Campbell foi colocada na 6ª posição na lista das 20 modelos-ícones, publicada pelo site norte-americanoModels.com.[5]
Em 3 de maio de 2010 Naomi Campbell deu uma entrevista emocionante a Oprah Winfrey, nos Estados Unidos, na qual chorou várias vezes, relembrando seus 25 anos de carreira.[6] Atualmente mora em Moscou, na Rúss
Naomi já deu mostras de ter temperamento difícil e explosivo, o que a levou a ser despedida da agência Elite por alegada falta de profissionalismo.
Em 21 de fevereiro de 2001 Campbell foi expulsa da loja Voyage, em Londres, depois de gritar com os empregados, que demoraram para abrir a porta para ela. Ela teve que sair da loja de roupas, exclusiva para sócios, depois de dizer aos empregados que eles deveriam tê-la reconhecido imediatamente, abrindo-lhe a porta mais rápido.[7]
Em 3 de agosto de 2005 a atriz Yvonee Scio deu queixa à polícia de que Naomi Campbell, até então sua melhor amiga, a agrediu por usar um vestido igual ao dela. Yvonne declarou à polícia que foi hospitalizada com um corte na boca e várias contusões, após Naomi ter lhe dado socos e chutes no hotel Eden, em Roma (Itália). Devido ao ataque, Scio perdeu vários trabalhos até ter o rosto recuperado dos machucados.[8]
Em outubro de 2006 Campbell foi detida no centro de Londres por agredir a psicóloga que lhe dava assistência no seu tratamento contra a toxicodependência.[9]
Em 16 de janeiro de 2007 foi declarada culpada pela Corte Criminal de Manhattan (Manhattan Criminal Court) por agredir com um celular a sua empregada, Ana Scolavino, em seu apartamento, em Nova Iorque. A briga ocorreu em março de 2006 e foi motivada pela demora da empregada em achar uma calça. Os promotores disseram que o celular atingiu a cabeça da mulher, abrindo um corte, que exigiu alguns pontos. Naomi disse que não tinha a intenção de machucar a empregada, mas teve que pagar as despesas médicas de US$ 363 da ex-empregada, fazer serviços comunitários durante cinco dias e assistir a sessões de terapia para controlar a raiva.[10]
Em 3 de abril de 2008, aos 37 anos, foi presa no terminal 5 do aeroporto internacional de Heathrow, em Londres e libertada no dia seguinte, depois de pagar fiança.[11] Havia ficado irritada, devido ao extravio de uma mala e agrediu dois policiais, aos quais chegou a chutar e cuspir, pelo que acabou sendo algemada. Em 20 de junho de 2008, o magistrado determinou que Campbell deveria cumprir 200 horas de serviços comunitários e pagar uma indenização de 200 libras (R$ 634) a cada um dos dois policiais agredidos. Disse o juiz Peter Yiacoumi: -Embora tenhamos aceitado que a perda de sua mala a irritou, seu comportamento posterior não pode ser justificado.[12] Por causa desse incidente, foi banida do show de 90 anos do Nobel da Paz Nelson Mandela, ocorrido em 27 de junho de 2008 no Hyde Park, em Londres. Ele ficou desapontado com sua prisão, principalmente porque ela estava usando um boné de beisebol com o número 46664 na ocasião. 46664, foi o número de identificação do ex-presidente sul-africano durante seus 27 anos de prisão sob o regime do apartheid na prisão da ilha de Robben.[13]
Em 3 de março de 2010, Naomi Campbel fugiu da polícia após agredir o chofer em Nova Iorque, por acreditar que ele ajudava o namorado dela, o empresário Vladislav Doronin, a encobrir possíveis traições dele.[14] Pouco depois, o motorista, Miodrag Mejdina, emitiu um comunicado no qual dizia que teve "uma discussão com Naomi Campbell" e que "reagiu de forma exagerada", jogando a culpa da briga em si mesmo.[15]
Em 31 de julho de 2015, Naomi Campbell foi sentenciada a seis meses de prisão com pena suspensa por ter atacado um paparazzi. Culpada por um tribunal Sicília, em Itália, por ter arranhado Gaetano Di Giovanni, no olho, quando este a tentava fotografar na companhia do namorado Vladimir Doronin, em agosto de 2009. Segundo o E!News, Naomi pretende recorrer da sentença. A modelo teria acertado, alegadamente, no fotógrafo com a sua mala e embora tenha chegado a acordo com o fotografo, o promotor italiano decidiu avançar com o julgamento por considerar que se trata de uma questão de interesse público.já namorou: o pugilista Mike Tyson;[43] o cantor Usher em 2005, por três meses;[44] o ator brasileiroSérgio Marone, também em 2005, por três meses;[45] o empresário italiano Flavio Briatore, chefe da escuderiaRenault de Fórmula 1, 19 anos mais velho que ela (o caso terminou quando o milionário teve uma crise de ciúme por causa do rapper Puff Daddy, em frente à boate Billionaire em Itália, e estapeou Naomi);[46] o ator Robert De Niro, 26 anos mais velho,[47] e o empresário brasileiro Marcus Elias, da Parmalat, de fevereiro a março de 2008;[48] o oligarcarusso Vladislav Doromin, de maio de 2008 a junho de 2013.










Rose di Primo - Modelo nascida no Tatuapé (SP), em 06/03/1955, nos anos 70, ficou conhecida pelo belo corpo. Chegou a participar de filmes, como 'Os Machões', 'Um Virgem na Praça' e 'Banana Mecânica'. Nos anos 80, tentou o suicídio. Sua vida é contada no livro 'Rose Di Primo: do Brilho à Luz'.

Rosimary Souza Primo, mais conhecida como Rose di Primo (São Paulo, 6 de março de 1955) é uma atriz e modelobrasileira. Iniciou a vida artística como modelo na década de 60, tornou-se símbolo sexual e atuou como atriz de cinema na década de 70. Nos anos 80 posou nua para Ele & Ela, Status e Playboy, sendo recordista de capas. Dada como a "inventora" da tanga, foi de fato uma das maiores divulgadoras desse tipo de biquini nas praias cariocas na primeira metade da década de 1970








Sarah Breedlove Walker - Empresária nascida em 23/12/1867 na Louisiana (EUA), fez o aperfeiçoamento de cosméticos para cabelos e inventou uma linha de produtos de beleza exclusiva para negros. Casou-se com 14 anos, mas aos 20 ficou viúva. Seu segundo casamento foi com Charles Walker, que dá nome ao alisamento de cabelos (Walker Method ou Walker System). Organizou um grupo de mulheres para venderem o produto de porta-em-porta, inovando num tipo de venda. Elas saias pretas longas e blusas brancas. Milionária, ajudou várias instituições de caridade. Morreu em Irvington, Nova Iorque (EUA) em 25/05/1919, deixando como única herdeira a filha, Lelia Walker Kennedy.
ulher de negócios estadunidense nascida perto de Delta, Louisiana, que fez o aperfeiçoamento de cosméticos para cabelos e inventou um linha exclusiva para negros e salões de beleza. Casou aos 14, e enviuvou aos 20, e viúva, mudou-se para St. Louis, Missouri, onde trabalhou em uma washerwoman durante alguns anos. Durante esse tempo começou a experimentar em casa vários penteados de cabelo, até que (1905) ela desenvolveu uma fórmula por criar um penteado liso e brilhante para mulheres afro-americanas.
Rapidamente alcançou o sucesso local. Mudou-se para Denver, Colorado (1906) e se casou com Charles Walker, e por disso seu método posteriormente ficou conhecido como o Walker Method ou Walker System. Com o marido organizou um grupo de agentes femininas para venderem porta-a-porta o seu tratamento de cabelo. Mudou-se para Indianapolis, Indiana (1910), onde sua empresa alcançou seu ápice empregando cerca de 3.000 funcionários. Suas vendedoras vestiam saias pretas longas e blusas brancas que se tornaram figuras familiares nas comunidades negras dos Estados Unidos e do Caribe.Presidenta e o proprietária exclusiva da sua companhia, ela se tornou uma das mulheres mais conhecidas na América. Seu método chegou à Europa, onde também foi sucesso imediato, aumentando sua fortuna. Generosa com seu dinheiro, incluiu nas suas filantropias várias instituições de caridade, especialmente casas de idosos, e educacionais, como bolsas de estudos para a National Association for the Advancement of Colored People. Ela morreu em Irvington, New York, no dia 25 de maio (1919), deixando como única herdeira a sua filha, Lelia Walker Kennedy.



Shannon Marketic – Miss Arizona 1980 e Miss Estados Unidos 1992, Shannon LaRhea Marketic processou Jefri, caçula do sultão de Brunei por tê-la escravizado sexualmente por um mês. Diz que foi atraída ao país com proposta milionária de trabalho como modelo. Descobriu que se tratava de prostituição, ao ser convidada pelo guarda-costas do herdeiro a participar de orgias no palácio. Atualmente trabalha como atriz.
 14 de janeiro de 1971 (46 anos), Phoenix, Arizona, EUA
Filmes: Black Belt Angels Marketic was crowned Miss Arizona Teen USA 1989 but held the title for only a week and a half after it was discovered an error had been made and she had actually placed first runner-up.[2][3]
A few years later, Marketic won the Miss California USA 1992 title, and went on to represent California in the Miss USA 1992 pageant, which was broadcast live from Wichita, Kansas in February of that year. She placed second in semifinal interview, sixth in swimsuit and evening gown, which allowed her to advance as one of the Top 6 finalists of the competition with the third highest semi-finals average score.[4] After answering the judges' questions, she went into the final 3 in second place, eventually winning the Miss Photogenic award and the Miss USA title.Marketic went on to compete in the 1992 Miss Universe pageant held in Bangkok, Thailand on May 8 and was one of 10 semifinalists who competed for the title. She eventually placed 8th over







Tharita de Oliveira – modelo nascida em Manaus (AM), foi manequim de Yves Saint-Lauren, participou de filmes para a televisão francesa e fez parte do time de modelos Pierre Cardin num desfile no Japão. Em 1984 enveredou-se pela música, quando conheceu o cantor inglês Bryan Ferri, líder do conjunto Roxy Music e participou da gravação do disco do grupo, Avallon.




Twiggy – Modelo nascida em Londres, Inglaterra em 19/09/1949, Lesley Hombum foi a primeira top model do mundo. Ficou conhecida pela magreza, revolucionando a carreira de modelo, em 1966. Foi descoberta pelo cabeleireiro Jusin de Villeneuve, com quem se casou e teve um filho. No começo, foi rejeitada pelos editores de revistas, mas depois virou sucesso, emprestando nome e rosto para brinquedos e objetos. Em 1969, passou a atuar como atriz e cantora, chegando a gravar vários discos. Foi casada também com o ator Marco Whitney, com quem teve a filha, Carly, e com o ator, Leigh Lawson. Sua vida é contada em 3 autobiografias. Atualmente, assina uma linha de aromaterapia, e se dedica a causas sociais (é militante do PETA, People for Ethical Treatment of Animals). Lesley era chamada de "graveto" (twig, em inglês).

Lesley Lawson (neé:Horniby; nome artístico: Twiggy; Londres, 19 de setembro de 1949) é uma modelo, atriz e cantora britânica. Considerada uma das primeiras supermodelos do mundo, sua imagem quase andrógina, magérrima, pequena, com cabelos loiros muito curtos e imensos olhos realçados com camadas de rímel e cílios postiços, a tornaram um ícone da moda e de estilo dos anos 60.[1]Depois de encerrar precocemente uma bem sucedida carreira de modelo, ela se dedicou à música, gravando vários discos e, a partir de 1971, ao cinema, onde conquistou o Globo de Ouro em seu filme de estreia, The Boy Friend, ao teatro e à televisão, em que comandou seu próprio talk-show, Twiggy's People. Uma grande personalidade da cultura britânica até os dias de hoje, Twiggy escreveu livros autobiográficos que foram best-sellers e hoje tem uma etiqueta exclusiva de roupas desenvolvida junto com a marca Marks & Spencer, a maior rede de lojas de varejo do Reino Unido. filha de um mestre carpinteiro, William Norman, e de uma balconista nas lojas Woolworth, Helen Hornby, ela estudou na Kilburn High School for Girls e começou a carreira de modelo aos 15 anos, em 1964. Sua aparência adolescente, muito magra, lhe rendeu o apelido de "Twigs" (graveto) o que levou ao apelido que a tornaria famosa mundialmente, "Twiggy",[2] que a dona dele achava ridícul
m 1965, aos 15 anos, encontrou o homem que faria sua carreira acontecer de maneira meteórica quando conheceu o cabeleireiro de celebridades Justin de Villeneuve, de 27 anos, que tornou-se seu empresário. Os dois se apaixonaram, formaram um casal da moda, e sob sua orientação Twiggy criou um estilo fashion único que a ajudou a transformar-se no rosto da Swinging London dos anos 60, uma revolução cultural na Grã-Bretanha que representava tudo que havia de novo e moderno numa época de otimismo e hedonismo.[2] Em 1966 foi eleita a "Mulher Britânica do Ano" numa votação popular e nomeada "A Face de 1966" pelo jornal londrino Daily Express.[4] Influenciada por Jean Shrimpton – também britânica e a maior modelo de seu tempo, por quem Twiggy tinha idolatria apesar de em nada se parecer com ela e a quem considerava a primeira das supermodelos [5] e por sua vez ser considerada por muitos como sucessora de Shrimpton[6][7] – sua carreira a partir daí atingiu o ápice com trabalhos em toda Europa, no Japãoe nos Estados Unidos, que a transformaram numa personalidade mundial, estampando capas de revistas comoVogue e Tatler[2] e fotografando com os maiores fotógrafos do mundo como Richard Avedon, Helmut Newton, David Bailey e Cecil Beaton entre outros.[8]
Transformada num dos maiores símbolos da cultura "mod" britânica, em 1967 ela desembarcou em Nova York e sua chegada no Aeroporto John Kennedy foi coberta pela imprensa que a transformou num grande acontecimento. As revistas LIFE e Newsweek fizeram reportagens sobre o "fenômeno Twiggy" e a revista The New Yorker dedicou cerca de 100 páginas ao assunto.[8] Críticas também começaram a aparecer, por causa de sua imagem quase anoréxica e de "menininho", com seus cabelos super curtos, em que a classificavam com uma aparência "pouco saudável para as mulheres".[9] Diana Vreeland, editora-chefe da Vogue norte-americana – para quem Twiggy fez três capas da revista apenas em 1967 – porém, a defendeu publicamente, "ela não é fogo de palha, Twiggy veio para ficar, ela é a mini-garota de uma mini-Era, seu visual é delicioso", numa reportagem de capa para a Newsweek.[10] Anos depois, já na era das modelos semi-anoréxicas que se seguiu e que ela critica como "aterrorizante e um péssimo exemplo para as adolescentes", Twiggy diria que seu visual muito magrinho quando era adolescente era absolutamente natural:"eu era muito magra mas minha constituição física simplesmente era assim. Eu sempre comi normalmente, a magreza estava nos meus genes
Em 1970, com apenas 21 anos, menos de cinco anos de carreira e no auge da fama, Twiggy encerrou precocemente a carreira de modelo: "ninguém pode ser um cabide de roupas para sempre".[12] A partir daí resolveu dedicar-se às carreiras de cantora e atriz. Em 1971, fez uma ponta no polêmico e censuradoThe Devils, de Ken Russell, e no mesmo ano estreou como atriz principal emThe Boy Friend (O Namoradinho, no Brasil), do mesmo diretor, pelo qual ganhou dois Globos de Ouro nos Estados Unidos como Revelação do Ano eMelhor Atriz em Musical ou Comedia.[13] Décadas depois, ela diria que os Globos que conquistou foram muito mais importantes para ela que as capas da Vogue que fez, pois nunca pensou ser capaz disso.[3] Em 1973 posou numa estética glam com David Bowie para a capa do sétimo disco do cantor, Pin Ups, fotografada por seu ex-namorado e empresário Justin de Villeneuve,[14] que chegou ao #1 das paradas britânicas. No ano seguinte estreou nos palcos no papel principal de Cinderela e estrelou o filme W, onde conheceu seu primeiro marido, Michael Witney, morto em 1983.Em 1980 ela fez uma aparição no clássico de John Landis Os Irmãos Cara-de-Pau, com Dan Aykroyd e John Belushi; em 1981 atuou numa versão para a tv britânica de Pigmalião no papel principal de "Eliza Doolittle", bem recebida pela crítica, e em 1983 estreou na Broadway no musical My One and Only, pelo qual foi indicada ao Prêmio Tony.[15] Nosanos 90 comandou o talk-show Twiggy's People na ITV e recentemente também foi jurada do reality show America's Next Top Model.
Twiggy estreou como cantora em seu primeiro filme, o musical The BoyFriend, gravando dois discos subsequentes. Em novembro de 1975, cantou no Royal Albert Hall de Londres para a única apresentação ao vivo de The Butterfly Ball and the Grasshopper's Feast, álbum conceitual do baixista do Deep Purple Roger Glover sobre um clássico daliteratura infantil britânica.[17] Sua carreira como cantora cresceu a partir de 1976 quando assinou contrato com aMercury Records, que lançou os álbuns Twiggy e Please Get My Name Right, mesclando música-pop e música-country; O primeiro entrou nas paradas britânicas e deu a ela um disco de prata. Em 2011, depois de um hiato de doze anos, ela lançou o álbum Romantically Yours, em que canta uma das faixas em dueto com a filha Carly Lawson. Carly, nascida Carly Witney, filha do primeiro casamento que terminou em viuvez, foi adotada pelo segundo marido de Twiggy, o ator e diretor Leigh Lawson, e passou usar seu sobrenome. Twiggy e Lawson conheceram-se em 1984 e casaram-se em 1988 após as filmagens de Madame Sousatzka, de John Schlesinger, em que atuaram juntos.[18]
Depois de passar os anos 90 trabalhando na televisão e atuando no teatro londrino, em 2005, aos 56 anos, ela voltou à moda para desfilar, filmar e fotografar a coleção da grande cadeia de lojas de roupas Mark&Spencer. Sua participação nesta campanha fez com que a imprensa britânica a creditasse como responsável pelo renascimento da marca.[19] Com isso ela voltou a ser representada por uma agência de modelos, a Model 1, a maior da Europa, onde consta de seu catálogo ao lado de supermodelos com menos da metade da sua idade como a brasileira Alessandra Ambrosio e a israelense Bar Refaeli.[20] Considerada uma "instituição britânica",[19] desde esta época ela começou uma associação com a gigante rede de lojas de departamento, o que levou em 2012 ao lançamento de uma coleção própria sob a etiqueta M&



Vanessa Williams - Atriz, compositora e cantora nascida em 18/03/1963 em Nova Iorque (EUA) descendente de africanos, foi a primeira Miss América negra, em 1984, e a primeira obrigada a renunciar ao título. Tudo porque a revista Penthouse publicou fotos dela em que aparece nua com outra jovem. Atuou no filme 'Queima de Arquivo - Eraser'. chegou a receber indicações para o Emmy, o Grammy e o Tony. ganhou a campanha dos direitos humanos "Aliada da igualdade" em 2008 pela defesa dos direitos gays.Casada, tem três filhos.Vanessa Lynn Williams nasceu em TarrytownNova York, filha dos professores de música Helen e Milton Augustine Williams Jr. Ela e seu irmão mais novo Chris, que também é ator, cresceram na área suburbana classe-média prodominantemente branca de Millwood.[3]Quando criança, Vanessa estudou piano e trompa, mas sempre teve mais interesse em cantar.Aos 10 anos foi abusada sexualmente pela filha de uma amiga da sua família que tinha 18 anos[4].Em 1981, por ter recebido uma bolsa de estudo, começou a cursar Artes Cênicas na Universidade de Syracuse, em Nova York. Em 1983, trancou a faculdade para poder atender seus compromissos como Miss America e, mais tarde, largou os estudos de vez, passando a se dedicar exclusivamente à sua carreira na área de entretenimento. Vinte e cinco anos depois, Vanessa formou-se na mesma Universidade de Syracuse.Fez parte das duas últimas temporadas de Desperate Housewives interpretando Renée, uma antiga colega de colégio de Lynette e Tom Scavo.








Waris Dirie – Modelo nascida na Somália, África, em 1965, foi descoberta em Londres por um fotógrafo. Aos 13 anos fugiu para a Europa para não se casar com um homem de 60 anos, já prometida à ele. Aos 5 anos teve o clitóris cortado, uma tradição antiga na África. Mora em Nova Iorque (EUA), onde faz campanhas contra essa prática. Casada, tem um filho. Não conseguiu a reconstituição do clitóris mas, diz que apesar de não ter prazer sexual, é muito feliz. Tem medo de voltar à África e ser assassinada.
Nascida em 1965, aos cinco anos de idade sofreu mutilação genital. Waris Dirie fugiu da aldeia em que vivia com a família aos treze anos de idade, um dia após saber que seria obrigada por seu pai a se casar com um velho homem de 60 anos, do qual seria a quarta esposa. Na época, atravessou sozinha um dos desertos somalis inteiro, sofrendo com fome e sede e ficando com vários ferimentos nos pés, dos quais até hoje têm cicatrizes. Conseguiu chegar até a capital de seu país, Mogadíscio, onde encontrou a sua avó que após algum tempo conseguiu que sua neta fosse levada a Londres para trabalhar como faxineira na casa do embaixador da Somália.Passou quatro anos trabalhando na casa do Embaixador, sem sair da casa onde esta se localizava, por isso mal aprendera a falar o idioma inglês. Após o término de uma Guerra na Somália todos da Embaixada foram convocados a retornar ao país. Waris Dirie pede à sua tia, esposa do embaixador para ser deixada em Londres e, com ajuda de uma mulher, chamada Mariley (???) que tornou-se sua amiga, conseguiu emprego como faxineira em uma lanchonete. Lá, enquanto trabalhava, foi observada por Terence Donovan, um grande fotógrafo, que a lançou no mundo como modelo. Waris Dirie converteu-se numa defensora da luta pela erradicação da prática da Mutilação Genital Feminina e atualmente é embaixadora da ONU. Escreveu vários livros sobre suas vivências e foi tema de um filme "Flor do Deserto", lançado em 2010 no Brasil. Existe uma fundação com seu nome, da qual é fundadora




Yolanda Pereira – Miss Brasil e Miss Universo 1930 nascida em Pelotas (RS) em 16/10/1910, foi a primeira brasileira a receber estes títulos simultaneamente, embora eles não sejam reconhecidos pela Organização do evento. Uma crônica comentou na época: ‘Não foi apenas vossa beleza que venceu, Yolanda Pereira. O que venceu convosco foi a graça radiosa da mulher brasileira’. Também foi Miss Rio Grande do Sul. Morreu em 04/09/2001 de infecção respiratória, aos 90 anos de idade.  Era casada com o Marechal Homero Souto de Oliveira, com quem teve quatro filhos. Foi ainda pianista e poetisa.

  Rio de Janeiro, 4 de setembro de 2001) foi a primeira brasileira a conquistar o título deMiss Universo, em 1930, embora este título não seja reconhecido oficialmente pela Miss Universe Organization nem tenha qualquer ligação com ele.A história do título vem da década de 1920, quando existia um concurso internacional de beleza nos Estados Unidos chamadoInternational Pageant of Pulchritude (Desfile Internacional de Beleza) e concedia o título de "Miss Universo" à vencedora.[1] Esta edição de 1930 foi realizada paralelamente no Brasil, criada por brasileiros, ao mesmo tempo da edição norte-americana, que era realizada emGalveston, no Texas. Ele foi motivado por uma revolta de brasileiros com a não-classificação de Olga Bergamini, a brasileira participante do concurso de 1929, o que os levou a criar seu próprio evento.[2] Este concurso, assim como o de Galveston, porém, não faz parte das estatísticas, não é oficializado pelo Miss Universe Organization, nem tem qualquer relação com ele.[3] Oficialmente o Brasil possui apenas duas Misses Universo (assim como os EUA só possuem oi
 primeira etapa das conquistas de Yolanda , o título de Miss Pelotas, foi conquistado através do sufrágio popular, tendo ela sido a candidata mais votada, com 4.202 votos. Em Porto Alegre, concorrendo com as demais candidatas, sagrou-se Miss Rio Grande do Sul, em concurso patrocinado pelo extinto jornal Diário de Notícias.
Na então capital federal, o Rio de Janeiro, embora não alimentasse esperanças de vitória, ela foi escolhida como aMiss Brasil.
O concurso internacional, à parte do de Galveston, foi realizado no Brasil, na cidade do Rio de Janeiro, com o nome de International Beauty Contest.[6] O país tinha seus jurados em desvantagem, e o resultado final estava na dependência dos jurados europeus, sendo que a favorita era a Miss Portugal. Mas a escolhida foi Yolanda. Em agosto de 1930 (algumas fontes indicam o dia 7 de setembro) Yolanda foi proclamada "Miss Universo". O parecer da comissão julgadora levou em conta quesitos como beleza, graça, equilíbrio, proporção, formas e distinção. Os jurados também estiveram atentos ao tipo étnico e à visão do conjunto.
O promotor do concurso era o vespertino carioca A Noite,[7] a quem Yolanda concedeu a primeira entrevista, falando de sua surpresa pelo resultado. Disse que não esperava, que não alimentava tal ambição, e que apenas se preocupava com o desejo de desempenhar da melhor maneira possível o papel de Miss Brasil.Yolanda morreu com 90 anos, no Rio de Janeiro.






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