NO SEXO



Beate Uhse - Comerciante nascida em 25/10/1919 em Flensburgo, filha de uma médica e um fazendeiro, aos 17 anos já tinha licença para pilotar aviões. Aos 24 anos era tenente da Luftwaffe (Força Aérea Alemã) à frente da batalha da Segunda Guerra Mundial. Detida pelo Exército britânico em 1945, começou a dar aulas de inglês e a vender brinquedos artesanais, além de dar consultas sobre contraceptivos para jovens da região. Em 1946, viúva com uma filha, sem dinheiro, lançou sua primeira revista sexual, que vendeu 32 mil exemplares na época. Nos anos 50 e 60 teve de responder a mais de 2 mil processos movidos por promotores públicos alemães que defendiam os bons costumes. Publicou o livro 'O Método Ogino'. Chegou a controlar 13 salas de cinema e 14 sex-shops. Sua fábrica na Dinamarca possui 450 empregados. Pioneira do negócio do sexo, ficou conhecida como a Rainha da Indústria Pornô. Morreu em 16/07/2001, na Alemanha, aos 81 anos, vítima de pneumonia. 




Billy Bennett - Cafetina de Hollywood, ficou famosa pela casa de prostituição que abriu em 1941. Em 1951 foi presa, acusada de colaborar com a prostituição. Recebia em seu bordel em Sunset Strip artistas e milionários americanos e sua agenda de endereços causou alvoroço entre os famosos. Como gratidão, muitos atores deixaram no bordel a estatueta do Oscar que receberam por suas atuações em filmes. Ficou conhecida como 'madame Billy'.


Cicciolina – Atriz pornô e ativista política nascida em Budapeste, Hungria, em 26/12/1951, filha de uma parteira, Anna Ilona Staller foi garçonete antes de ser famosa. Começou a trabalhar como modelo nos anos 60, quando conheceu um produtor de filme pornô. Na década de 70, ganhou fama num programa de rádio e adotou o nome artístico "Cicciolina". Em 1978, num show, mostrou os seios nus pela primeira vez na TV italiana. No ano seguinte, se filiou à 'Lista del Sole', o primeiro partido ambientalista da Itália. Em 1985 foi para o Partido Radical, fazendo campanha pelos direitos humanos e contra a fome no mundo. Foi eleita para o Parlamento Italiano em 1987 (em propagandas políticas, mostrava os seios em carro aberto e deixava os eleitores apalparem). Estrelou seu último filme pornô em 1989. Foi casada com o escultor americano Jeff Koons com quem teve o filho Ludwig (o casal ainda briga pela guarda do menino). Em 1996, esteve no Brasil para uma participação na novela “Xica da Silva”, da TV Manchete. Em 2002 se candidatou novamente para deputada, desta vez no Parlamento da Hungria. 




Divine Brown - Prostituta nascida em Los Angeles (EUA), ficou famosa em 27/05/1995 depois que foi flagrada pela polícia, fazendo sexo oral no ator Hugh Grant, no carro dele. Ele teria pago 60 dólares pelo serviço. Após o episódio, fez comerciais, filmes eróticos e aumentou seu 'cachê' como prostituta. Também ganhou dinheiro contando detalhes da transa com o ator em jornais e programas de TV. Tem duas filhas. Segundo Divine, em entrevistas concedias a jornais, o episódio com o ator permitiu que sua família melhorasse o nível econômico e por isso ela o considera domo um anjo. Na época Divine cobrou 100 dólares, mas aceitou a oferta do cliente, que namorava a bela atriz, na época, Liz Hurley (que terminou o relacionamento algum tempo depois). Grant foi multado em 3.200 dólares, chegou a ficar preso e foi obrigado a participar de um programa de prevenção à Aids. Segundo a prostituta, ela não o reconheceu. Ele disse que ela era muito cheirosa e lhe pediu um beijo na boca, e ela concedeu-o.






Dona Beja – Prostituta nascida em Formiga (MG), em 02/01/1800 no arraial de São Domingos do Araxá (atual Araxá, MG), Anna Jacinta de São José era descendente de índios. Órfã de mãe, foi criada pelos tios e pelo avô. Em 1816, após a festa da comitiva de D. João VI, foi raptada em casa por capangas do ouvidor Dom Joaquim Inácio Silveira da Mota. O avô, que tentou salvá-la, foi assassinado. Levada para Paracatu, tornou-se dama do lugarejo, quando o comendador deixou de sustentá-la. Depois, começou a receber na chácara do Jatobá, ricos fazendeiros e negociantes (ela os reunia para um almoço e duas horas depois escolhia apenas um para fazer sexo). O noivo, sabendo do rapto, foi buscar Beja, mas ela se recusou a ir com ele. Das outras vezes que ele voltou, Beja engravidou e teve duas filha: Maria Tomásia e Joana. Quando ela abriu duas novas casas, o ex-noivo mandou chicoteá-la. Em resposta, ela mandou matá-lo. Beja foi chamada para depor, mas nada ficou provado. Aos 39 anos resolveu terminar sua vida sexual, não recebendo mais convidados em sua casa. Mudou-se para Bagagem (atual Estrela do Sul), e passou a trabalhar com garimpo. Esclerosada, morreu após uma convulsão, em 1974. Foi enterrada com o hábito da Irmandade de Nossa Senhora Mãe dos Homens. Suas tranças foram guardadas numa caixa e passada para as netas. O apelido, Beja, surgiu em comparação aos olhos azuis dela, com a planta beijo, da mesma cor, muito comum no planalto. Morreu em Bagagem, em 20/12/1873, vítima de nefrite, sem cura na época. Antes de morrer, ela deixou-se fotografar, em pé, apoiando-se numa cadeira. Seu caixão, com adornos de zinco, teria sido encontrado durante obras em Araxá, em 2011.  Sua vida foi contada em livros e representada pela atriz Maitê Proença, no início dos anos 90, no seriado Beija, pela TV Manchete.





Eliza Lunch - Prostituta nascida em 03/06/1835 em Cork, Irlanda, Eliza Alicia Lynch foi amante do ditador paraguaio Solano López por 15 anos. Seu primeiro casamento foi aos 15 anos, com um cirurgião francês. Madame Lynch e Solano tiveram cinco filhos. A 'prostituta irlandesa', dominou a sociedade local, construiu palácios, incitou o amante a degolar adversários políticos e apoiou a guerra (os generais eram obrigados a entregar a ela pessoalmente os objetos de valor roubados dos soldados inimigos mortos). Também costumava acompanhar o amante nas primeiras campanhas da guerra. Cruel, jogava moedas aos pobres e mandava açoitar os que as deixavam cair. Também sugeriu ao amante que mandasse matar todas as recém-nascidas, para que a população feminina fosse substituída por meninas trazidas da Escócia. Morreu num exílio parisiense, em 1886. López foi morto em batalha.





Eny Cezarino – cafetina, nascida em São Paulo (SP), em 1916, filha de um italiano e de uma francesa, foi proprietária do bordel ‘Casa da Eny’, frequentado por políticos, empresários e artistas até 1985, quando foi fechado por falta de clientes. De classe média, foi criada em convento, para ser uma moça fina e ter um bom casamento. Mas, mudou de ideia ao conhecer o sexo com uma colega mais velha e perder a virgindade com um amigo, por curiosidade. Fugiu de casa e passou a morar em São Paulo, onde conheceu o namorado, o gigolô Germano Flores, carioca que conheceu no Cassino da Urca, no Rio de Janeiro. Trabalhou como prostituta no Rio de Janeiro, Porto Alegre, Paraná e Bauru (SP), onde montou um templo de diversões de 15 mil metros quadrados, nos anos 40. Entre 1973 a 1983, teve 70 meninas como suas funcionárias do sexo. Elas eram obrigadas a manter sigilo completo a respeito dos clientes e tinham um médico de plantão para impedir que elas engravidassem. Eny dava a elas a opção de estudarem e as obrigava a usar somente os perfumes oferecidos pela Casa. Teve amigos e amantes poderosos, políticos, que ajudava a eleger. As meninas de outras cidades eram obrigadas a trazer seus títulos de eleitor para Bauru. Chegou a ter 26 imóveis, mas morreu pobre num hospital em 24/08/1997 aos 69 anos (para pagar o médico, tentou vender sua última aliança de brilhantes). Hoje, sua família briga pela herança. Sua vida é contada no livro 'Eny e o Grande Bordel Brasileiro', de Lucius de Mello. Ela dizia que preferia a prostituição a trabalhar como entregadora de marmitas ou operária de fábrica, como sua irmã. Foi casada apenas uma vez e não teve filhos. Com sua fortuna, ajudava creches e outras instituições de caridade, além de mandar dinheiro para os pais e familiares (sua avó, ao saber de suas atividades, deixou de conversar com a neta).




Geralda Alves de Matos - Prostituta nascida em Capelina (MG), filha de garimpeiro, foi uma das mulheres mais ricas do Estado com várias fazendas, aviões e imóveis. Foi proprietária dos hotéis Novo América e Maracanã na rua Guaicurus, e do hotel Brilhante, na zona boêmia de Belo Horizonte. Veio para Belo Horizonte com 14 anos fugindo de um jagunço que queria casar-se com ela. Em 1945 foi para Diamantina (MG) onde começou a trabalhar como prostituta. Ao contrário das colegas, preferia juntar o dinheiro que ganhava, ao invés de gastar em roupas e jóias. Dois anos depois comprou uma pensão, contratou prostitutas e passou a receber clientes como o ex-presidente JK. 



Heidi Fleiss - Atriz e cafetina americana, filha de médico pediatra nascida em 30/12/1965, aos 27 anos ficou milionária agendando encontro de prostitutas com artistas e autoridades dos Estados Unidos. Em seu caderno anotava o gosto dos clientes e detalhes dos corpos das meninas. Foi presa duas vezes: em 1993 e em 1999 por prostituição e por delitos fiscais. Conhecida como 'madame das estrelas' ou 'madame Hollywood', ameaçou entregar os artistas que foram seus clientes. Saiu de casa aos 19 anos para viver com o namorado, o empresário Bernie Cornfeld, que a apresentou à cafetina Elizabeth Adams. Quando a patroa foi presa, Heydi apoderou-se da lista de clientes dela e abriu seu próprio negócio. Em 2004 vendeu sua história à Hollywood por cinco milhões de dólares. Também é dona de uma butique nos Estados Unidos e escreve para uma revista na seção Ask Heidi.







Joana I de Anjou – condessa e rainha de Nápoles entre 1326-1382, nascida em 12/05/1328, era filha de Carlos, duque da Calábria. Casou-se 4 vezes, entre elas com um príncipe húngaro narigudo (ela achava que o tamanho do nariz tinha a ver com o pênis. Mas se enganou e mandou estrangular o marido). Em 1347, aos 21 anos, regulamentou os bordéis de Nápolis, na Itália, denominado os locais como “Casa da Mãe Joana”. Morreu estrangulada por seu sucessor, Carlos III de Durazzo, em 27/06/1326, e, San Fele, Basilicata, Itália.










Lady Godiva – condessa nascida em 1040, ficou conhecida pelo passeio que fez nua em cima de um cavalo, na Inglaterra. Seu marido, Leofric, o conde de Mércia, prometera reduzir os impostos em Coventry, se ela passeasse nua pela cidade. Godiva foi a esposa de Leofric. Seu nome deriva do anglo-saxónico para "presente de Deus". Seu nome também aparece na crônicas de Ely que descrevem Godiva como sendo uma viúva na ocasião do seu casamento com Leofric. Em 1043, Leofric fundou a Ordem de São Benedito em Convery. Sua marca, "di Ego Godiva Comitissa diu istud desideravi", aparece na carna de Thorold de Bucknall ao mosteiro beneditino de Spalding. Alguns genealogistas argumentam que Thorold, que aparece no livro Domesday como sherife de Lincolnshire, fora provavelmente seu irmão.Após a morte de Leofric em 1057, Godiva sobreviveu até ser registrada no livro de Domesday de Guilherme o Conquistador, e assim é a única mulher a ter um registro como dona de terras após a conquista. Em 1086, quando o registro de Domesday foi feito, Godiva já havia morrido, mas seu nome continuou lá. Algumas fontes mantém que ela morreu em 10 de Setembro de 1067, um ano após a invasão da Inglaterra por Guilherme o Conquistador.O lugar onde Godiva está enterrada é matéria de especulação. De acordo com uma fonte, ela foi provavelmente enterrada em Evesham. Porém, escritora Octavia Randolph asseugura que Godiva foi enterrada ao lado de seu marido em Coventry Morreu em 10/09/1067.


Luciana Teixeira – Prostituta brasileira, negra, fundou a cidade de Araçuaí (MG) em 1817, quando ela e suas meninas foram expulsas de um prostíbulo às margens do rio Jequitinhonha. A nova casa que mandaram construir foi o começo da vila que origem ao município. Durante o dia eram tecedeiras e à noite, levavam vida boêmia. Era tão respeitada que sua herdeira, a prostituta Maria Cheirosa desfila em carro aberto no aniversário da cidade. Dá nome à hospital, escola e rua da cidade. 



Madame Albertina - Ex-cafetina e empresária nascida em São Gonçalo do Abaeté (MG), Armandina Cordeiro é dona de uma boate e de um bordel em Ribeirão Preto (SP), a Baton Rouge Club, mais conhecida como a Chácara da Albertina, onde recebe fazendeiros e empresários. Começou a se prostituir aos 17 anos quando dormiu com o dono da fazenda onde morava com os pais. Trabalhou em restaurante, e foi mantida por amantes até entrar para o bordel da Eny em Bauru (SP). Aos 31 anos abriu seu próprio negócio. Semi-analfabeta, tem dois filhos. Em 2000 Albertina começou a remodelação da Baton, na transformação do local em casa de shows. A ideia era construir também um hotel. A Madame é conhecida pela seleção rigorosa das meninas que trabalham para ela.




Madame Giraud - Prostituta nascida na França, Isabelle Giraud, mudou-se para o Rio de Janeiro nos anos 30, onde dez anos depois construiu e dirigiu, um refinado centro de prostituição no Edifício Giraud, na avenida Presidente Antônio Carlos, 54, prédio que ela mesma batizou com o seu nome. Teve clientes famosos e amigos influentes, como o presidente Getúlio Vargas e Assis Chateaubriand. Casou-se a primeira vez em 1915 e em 1923, já divorciada, conheceu o adido cultural brasileiro em Marselha José de Carvalho e Silva, quando procurava alguém para traduzir uma carta de amor que havia recebido de um oficial da Marinha brasileira com quem estava namorando. Os dois se apaixonaram, casaram-se em Saint-Cyr, no mesmo ano, e viajaram pela Europa a serviço. Na Alemanha, ela teve um caso com um diplomata alemão e o marido descobriu, gerando o desquite em 1931. Solteira, virou prostituta de luxo nos anos 40, montando um império durante o Estado Novo (1937-1945), num patrimônio avaliado em R$ 18 milhões, hoje disputado por seus herdeiros distantes, já que não teve filhos. Uma longa batalha jurídica tenta anular cinco testamentos deixados pela francesa.  Entre os imóveis, os mais valiosos são o Edifício Giraud – um prédio de 11 andares no centro – e um apartamento na avenida Atlântica, em Copacabana, onde ela morava. Morreu em 1985, aos 90 anos.





Madame de Pompadour - Cortesã francesa nascida em Paris em 29/12/1721, Jeanne Antoinette d’Etiolles Póisson estudou em convento e lá aprendeu canto, dança, teatro e Artes. Foi amante do rei Luís XV, quando era casada. Frígida, sua falta de orgasmo estimulava o apetite sexual do rei, que lhe deu o título de Marquesa de Pompadour e a presenteou com uma casa de campo perto do palácio real. Para agradá-lo, ela se vestia de sultana, de pastorinha e outras figuras sensuais. O romance durou 15 anos e só se separaram com a morte dela. Foi patrocinadora de filósofos como Voltaire e Diderot e comprou o Palais Elysée, atual residência dos presidentes franceses. Nobre nascida na França em 29/12/1721, Jeanne Antoinette Poisson era frígida, não tinha orgasmos, mas conseguiu despertar desejo nos homens, como o rei Luís 15. Casada com um nobre, aos 23 anos ela encontrava o amante nos campos onde ele costumava caçar animais. Separada do marido (ela o abandonou), Luís 15 a apresentou à sociedade como marquesa. Viveram 15 anos juntos. Para seduzi-lo ela usava fantasias, se alimentava de mel e ostras, considerados afrodisíacos. Morreu de pneumonia, em 15/04/1764 em Versalhes. Triste, o rei chegou a chorar em público de saudade da amada. 





  Marie Jeanne Bécu du Barry – cortesã francesa nascida em  19/08/1743, em Vaucouleurs, filha de uma cozinheira/costureira e de  pai desconhecido, Jeanne Bécu criada num convento, pago pelo amante da mãe. Abandonou o local aos 15 anos de idade, passando a usar no sobrenome Rancon e e trabalhando em diversas atividades, como vendedora de butique, cabeleireira e camareira em famílias ricas. Já adulta, foi modista e pensionista de uma casa de prostituição e amante de Luís XV, sendo apresentada à ele em 1768, pelo conde Du Bary, com quem teve também um romance. O rei, sexagenário, apaixonou-se por ela e casou-a com seu irmão, Guilhaume du Barry, para que assim, pudesse apresentá-la à sociedade como condessa. Teve pouca influência política, mas teve amigos famosos, como o filósofo Valtaire. Protetora das Artes, incentivou muitos pintores da época. Em 1774, com a morte do rei, foi acusada de ‘intrigas realistas’ e condenada à morte, acusada de conspirar contra o Regime, após um longo processo. Marie irritava a todos com suas brincadeiras até mesmo em reuniões importantes. Ao saber de sua condenação, ela denunciou várias pessoas que acabaram condenadas como ela, e antes de sua execução, tentou comprar o carrasco revelando a ele os locais onde havia escondido suas jóias, mas não deu certo. Morreu em Paris, na guilhotina, aos 50 anos de idade, em 08/12/1793, durante o Terror da Revolução Francesa. 





Norma Hotaling - Ex-prostituta americana, foi fundadora de um dos grupos mais conhecidos que ajudam prostitutas a deixarem a profissão, o Projeto Sage, em San Francisco. Ela dava cursos para estupradores, contribuindo com a redução da violência nas cidades. Morreu aos 57 anos, de câncer, em 2009.






Pamela Churchill Harriman – Ex-cortesã nascida na Inglaterra em 20/03/1920, Pemla Digby nascida de família rica, foi amante e esposa de uma coleção de milionários, como o cantor Frank Sinatra, o presidente da França Françoise Miterrand e o produtor teatral Leland Hayward, sempre acrescentando em seu nome o sobrenome deles. Tornou-se influente no Partido Democrata e ajudou Bill Clinton na campanha presidencial. Por causa dos romances com famosos, ficou conhecida como a ‘cortesã do século’. Em 1994 foi processada pelas filhas Mary Fisk e Kathleen Mortimer por lançar mão indevidamente na parte da herança de 65 milhões de dólares deixada pelo pai delas, o milionário Harriman. Em 1993 tornou-se embaixadora do/s Estados Unidos na França. Morreu aos 76 anos de hemorragia cerebral em Paris em 05/02/1997 enquanto nadava. Sua vida é contada no livro 'Reflected Glory - The Life of Pamela Churchill Harriman'. 




Shere Hite – Ex-modelo, tinha 33 anos quando lançou o livro ‘O Relatório Hite’, em 1976. A obra era resultado de um estudo sobre a sexualidade feminina, que seria apresentado como tese universitária. O livro acabou derrubando mitos e tabus e abriu novas perspectivas para a sexologia. Em 1981 publicou um segundo relatório, dessa vez sobre a sexualidade masculina. É casada com um músico 20 anos mais novo. 











Virginia Johnson – Sexóloga e psicóloga americana, Mary Virginia Eshelman Johnson was born on February 11/02/1925 in Springfield, Missouri trabalhou ao lado do professor Willliam Masters, com quem se casou em 1971. Em 1966 provocaram polêmica com o livro ‘Reação Sexual Humana’, que descrevia de maneira direta a mecânica das relações sexuais e as terapias físicas colocadas em prática pelo casal com seus pacientes no tratamento de toda uma gama de problemas – da frigidez à ejaculação precoce. Depois da obra, o nome dos pesquisadores virou símbolo da revolução sexual. Em 1988 Masters e Johnson lançaram outro livro polêmico ‘Crises: Comportamento Heterossexual na Era da Aids’. A pesquisa foi feita com 800 homens e mulheres heterossexuais, com idades entre 20 e 41 anos. Os dois se divorciaram 30 anos depois de casados. Morreu em 24/07/2013 nos Estados Unidos.


Zezé – prostituta brasileira, teve 3 casas de encontro em Belo Horizonte (MG), o que lhe rendeu grande fortuna, sendo a mais famosa na avenida Francisco Sales, 432, bairro Floresta, perto da estação Ferroviária. No local, que funcionou por 40 anos, as meninas ficavam num quarto e era proibido bebida alcoólica e músicas. Determinada, promovia desfiles pelo centro da capital mineira para mostrar aos homens as novas mulheres da casa. Teve romance com o empresário Antônio Luciano e com o comerciante João Alves. Era neta de Vitorino Antônio da Silva, que deu de presente ao imperador Pedro II um travesseiro recheado com terra do Brasil, quando este partiu para a Europa, em 1889. Era irmã do psiquiatra José Raimundo Lippi. Quando começou no ramo da cafetinagem, a mãe Cyra não gostou, mas não impediu a filha. Católica fervorosa, sempre deixava a Bíblia aberta sobre a mesinha da sala. Teve 4 filhos, sendo 2 adotivos. Caridosa, distribuía sopa aos pobres. Perdeu muito dinheiro com aproveitadores e com a desvalorização da moeda nacional. Morreu em 2002.

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Beijos,

Carla Vilaça